Ex-ministro vai defender Thor
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Ao sair da delegacia, Thor disse lamentar a perda de Wanderson, que respeita a dor da família, mas que está convicto de sua inocência
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FOTO: AG. O GLOBO
Rio de Janeiro. O empresário Eike Batista contratou o ex-ministro da Justiça Marcio Tomaz Bastos para defender seu filho, Thor Batista, 20, que atropelou e matou o ciclista Wanderson Pereira dos Santos, 30, no último sábado (17), na rodovia Washington Luis, no Rio.
Questionado por um internauta sobre a necessidade da contratação de Márcio Tomaz Bastos, especialista em direito criminal conhecido por cobrar um dos honorários mais caros do País, Eike defendeu-se em seu Twitter: "só contrato o melhor algum problema?".
Mais cedo, Thor foi ouvido pelo delegado Mario Roberto Arruda, em Xerém, na Baixada Fluminense. "Eu lamento profundamente pela perda do Wanderson. Respeito a dor da família. Mesmo convicto da minha inocência vou prestar toda a assistência à família", disse o rapaz, que deixou a delegacia escoltado por seguranças. Mais cedo, foi ouvido Vinícius Balian Racca, que estava com Thor no momento do acidente. O conteúdo dos depoimentos não foi informado. O advogado de Thor, Celson Vilardi, porém, voltou a afirmar que Wanderson estava no meio da pista. "A versão de trafegar no acostamento não existe. Testemunhas já prestaram depoimento sobre isso", afirmou ele.
No início da semana, o advogado Cléber Carvalho, que representa a família do ciclista, tinha dito ter testemunhas de que Wanderson trafegava no acostamento. Segundo ele, moradores afirmam que Thor tentava cortar um ônibus quando perdeu o controle do veículo.
O delegado Mário Arruda, que investiga o acidente, descartou a possibilidade de o acidente ter ocorrido no acostamento, como alega a família da vítima. "Pelo que apurei até agora, a vítima estava na pista", afirmou. Segundo ele, Thor só será indiciado por homicídio doloso (sem intenção) se ficar confirmado que ele trafegava acima do limite permitido de velocidade na rodovia, que é de 110km/h.
Questionado por um internauta sobre a necessidade da contratação de Márcio Tomaz Bastos, especialista em direito criminal conhecido por cobrar um dos honorários mais caros do País, Eike defendeu-se em seu Twitter: "só contrato o melhor algum problema?".
Mais cedo, Thor foi ouvido pelo delegado Mario Roberto Arruda, em Xerém, na Baixada Fluminense. "Eu lamento profundamente pela perda do Wanderson. Respeito a dor da família. Mesmo convicto da minha inocência vou prestar toda a assistência à família", disse o rapaz, que deixou a delegacia escoltado por seguranças. Mais cedo, foi ouvido Vinícius Balian Racca, que estava com Thor no momento do acidente. O conteúdo dos depoimentos não foi informado. O advogado de Thor, Celson Vilardi, porém, voltou a afirmar que Wanderson estava no meio da pista. "A versão de trafegar no acostamento não existe. Testemunhas já prestaram depoimento sobre isso", afirmou ele.
No início da semana, o advogado Cléber Carvalho, que representa a família do ciclista, tinha dito ter testemunhas de que Wanderson trafegava no acostamento. Segundo ele, moradores afirmam que Thor tentava cortar um ônibus quando perdeu o controle do veículo.
O delegado Mário Arruda, que investiga o acidente, descartou a possibilidade de o acidente ter ocorrido no acostamento, como alega a família da vítima. "Pelo que apurei até agora, a vítima estava na pista", afirmou. Segundo ele, Thor só será indiciado por homicídio doloso (sem intenção) se ficar confirmado que ele trafegava acima do limite permitido de velocidade na rodovia, que é de 110km/h.