Avião do cantor Almir Sater e outras duas aeronaves são roubados em Aquidauana

O grupo de criminosos invadiu o aeroporto do município, no Mato Grosso do Sul, e obrigaram o vigia a abastecer os veículos

Avião Almir Sater
Legenda: O aeroplano do artista, de modelo SkyLane e matrícula PTDST, foi um dos levados pelos criminosos
Foto: divulgação

Três aeronaves foram roubadas no aeroporto de Aquidauana, no Mato Grosso do Sul, na madrugada desta segunda-feira (6). Um dos veículos levados pelo grupo é de propriedade do cantor Almir Sater, os outros dois são de um ex-prefeito do município e de dois empresários locais. As informações são do portal G1

Conforme informações da Polícia, o crime aconteceu por voltas 2h, quando pelo menos 18 criminosos aproveitando a pouca iluminação do local e entrando pelos fundos, onde já tentaram levar uma aeronave. Em seguida, eles renderam o funcionário que realizava a vigia e o fizeram abastecer os aeroplanos. O profissional foi amarrado e os suspeitos fugiram.

Uma testemunha que estava no aeroporto disse à Polícia que ouviu o barulho dos aviões levantando voo, mas imaginou ser uma emergência médica e não verificou do que se tratava de fato.

Aviões roubados

Aviões roubados em Aquidauana
Legenda: Polícia divulgou as imagens dos veículos roubados na ação criminosa
Foto: divulgação

  • Modelo SkyLane, matrícula PTDST, do cantor Almir Sater;
  • Tipo Bonanza v35b, matrícula PTING, de propriedade do pecuarista e ex-prefeito de Aquidauana José Henrique Trindade;
  • Outro SkyLane, matrícula PTKDI, do pecuarista Zelito Alves Ribeiro e de seu sócio, Joel Jacques.

Fuga para Bolívia

Desde a madrugada, o Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) investiga o caso. Conforme o G1, uma das hipóteses dos agentes de segurança é que parte dos criminosos sejam do interior paulista e outra de Mato Grosso do Sul e teriam fugido para a Bolívia.

A Polícia entrou em contato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para verificar se os radares instalados nas fronteiras registraram os voos das três aeronaves, por se tratar de um trajeto clandestino. Mas, até a publicação deste material, não foi divulgado qual a resposta da instituição.

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