Violência pós-eleição já matou mais de 300 no Quênia

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Já passa de 300 o número de mortos no Quênia em razão da onda de violência no país desde a divulgação do resultado da eleição presidencial. Milhares de pessoas estão desabrigadas, principalmente por causa de incêndios em favelas. Hoje, Grã Bretanha e Estados Unidos divulgaram um comunicado conjunto exortando o país africano a encontrar meios de controlar a escalada da violência. "Oferecemos os esforços diplomáticos e políticos de nossos países para alcançar a reconciliação e a unidade nacional", diz o comunicado.

O chanceler britânico, David Miliband, e a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, disseram que suas prioridades imediatas eram apoiar um acordo político para acalmar a situação no país. Washington e Londres ressaltaram as fortes evidências de fraude no processo eleitoral que deu um segundo mandato ao presidente Mwai Kibaki. O candidato derrotado, Raila Odinga, acusou o presidente reeleito de genocídio.