Sem vacina, sem Carnaval, avisam escolas de samba cariocas

Agremiações carnavalescas do Rio sugerem adiamento dos desfiles

Legenda: O Estado do Ceará foi uma das principais atrações em três desfiles consecutivos na 1ª noite do Grupo Especial de Escolas de Samba do Rio de Janeiro, no ano passado
Foto: Roberta Souza

Algumas das maiores escolas de samba do Rio informaram que não participarão do próximo Carnaval se uma vacina para o novo coronavírus não for encontrada e estiver amplamente disponível.

>Sem vacina, não haverá Carnaval em 2021, diz governador da Bahia

Cinco das 12 escolas principais, incluindo Mangueira e Beija-Flor, disseram ao jornal Extra que sugerirão um adiamento para os desfiles até que a condição da vacina seja viável, o que será discutido durante uma reunião marcada para a próxima quinta-feira.

"É simples: se chegar a vacina, teremos samba", disse o presidente da São Clemente, Renatinho Gomes. 

O prefeito de Salvador, na Bahia, ACM Neto, propôs o adiamento da temporada de Carnaval para os feriados de abril ou junho do próximo ano. 

Os diretores das escolas de samba, no entanto, permanecem em dúvida quanto à marcação de uma data sem a possibilidade de uma vacina disponível a todos ser real.


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