Mulheres vigiaram secretário morto em São Luís do Curu por 48 horas, diz Polícia

O gestor foi morto a tiros na manhã de quinta-feira (19), em São Luís do Curu.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Foto de secretário morto e da ação criminosa.
Legenda: As duas mulheres foram capturadas pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) em Caucaia.
Foto: Instagram/TVM.

As duas mulheres de 24 anos presas por envolvimento na morte do secretário de Administração de São Luís do Curu, Ceará, Ricardo Abreu Barroso, de 64 anos, monitoraram a vítima por dois dias.

“As duas foram responsáveis por monitorar o secretário, já tinha dois dias que elas faziam essa esse monitoramento, a inteligência começou a trabalhar, as equipes também de diligenciaram em campo e nós acabamos identificando as duas mulheres”, disse o diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Região Metropolitana, Matheus Araújo, à TV Verdes Mares.

O agente compartilhou ainda detalhes de como as duas agiram no dia do crime. Segundo as investigações, elas passaram em frente ao comércio onde a vítima foi morta e pararam, desembarcaram da motocicleta em que estavam e começaram a mexer no telefone celular.

“Logo em seguida a gente percebe a chegada do veículo utilizado pelos os executores, quando eles desembarcam para entrar no no comércio, a gente percebe que as duas é ligar a moto e empreenderam fuga no momento que a vítima está sendo executada”, disse ainda o diretor.

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MORTO A TIROS

O gestor foi morto a tiros na manhã de quinta-feira (19), no Centro do município, a 82 km de Fortaleza, em um depósito de construção de propriedade da vítima. As duas mulheres foram capturadas pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) em Caucaia, na sexta-feira (20).

Conforme as investigações, elas são apontadas como integrantes de um grupo criminoso e seriam responsáveis por monitorar e repassar informações sobre a vítima aos executores do crime.

Após a prisão, a dupla foi colocada à disposição da Justiça. Os trabalhos seguem no intuito de capturar os outros suspeitos da ação criminosa, informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará.

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