Morte de jovem em carreata pró-Haddad não teve conotação política, diz Polícia

Charlione Lessa Albuquerque, 23 anos, foi morto em consequência de disputas entre facções criminosas rivais, de acordo com as investigações

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 15:05, em 05 de Dezembro de 2018)

O jovem de 23 anos Charlione Lessa Albuquerque, assassinado no dia 27 de outubro em Pacajus durante uma carreata em favor do então candidato à presidência da República, Fernado Haddad, não teve conotações políticas, segundo a Polícia Civil.

A vítima, de acordo com as investigações, foi morta em consequência de disputas entre facções criminosas rivais do município. A confirmação foi dada durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (22).

"Não houve conotações políticas. De acordo com nossas investigações, não houve nenhum fato ligado a motivações partidárias", destacou o titular da Delegacia Metropolitana de Pacajus, Marcelo Pinheiro da Anunciação.

Conforme o delegado, a motivação para o crime foi uma "guerra entre organizações ciminosas no município. Possivelmente aconteceria em outro local. Ele era um alvo", destacou.

Tiros foram disparados por menor de idade

Dois homens foram presos e um adolescente apreendido suspeitos de participarem da ação. A polícia afirmou que os tiros foram efetuados pelo menor de 16 anos. 

O primeiro a ser capturado foi o adolescente, no dia 30 de outubro. Ele estava no bando do de passageiro do carro usado pelos suspeitos. Francisco Adailton Ferreira, preso no dia seguinte, dirigia o veículo, enquanto Lucas Lima Girão, detido no dia 14 deste mês, estava banco de trás. 

O crime aconteceu no dia 27 de outubro, nas vésperas das eleições do segundo turno. Charlione Lessa Albuquerque participava de uma passeata pelas ruas do Centro, quando o veículo usado pelos suspeitos parou junto ao carro onde estava a vítima e três disparos foram efetuados. 

 

 

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