Idosa morta a tiros perto de posto de saúde em Fortaleza era líder comunitária

A vítima caminhava em uma via pública quando foi atacada pelos criminosos.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 17:38)
Montagem com duas imagens. À esquerda, agentes armados da Polícia Penal do Ceará participam de uma operação em uma rua residencial, com viaturas pretas estacionadas e moradores observando à distância. À direita, uma mulher mais velha, de pele morena e cabelos presos, aparece sentada em um ambiente simples e colorido, vestindo uma camisa vermelha com estampas e colares dourados, olhando para a câmera.
Legenda: A vítima já atuou como agente de cidadania.
Foto: Reprodução

A líder comunitária Naja Catarina Oliveira da Silva, de 65 anos, foi assassinada a tiros, na tarde de sexta-feira (24), no bairro Jacarecanga, em Fortaleza.

Na sexta (24), a primeira matéria sobre o caso publicada pelo Diário do Nordeste ainda não trazia a identificação da vítima.

Crime

A vítima caminhava por uma via pública quando virou alvo dos criminosos. A Polícia Civil (PCCE) investiga o que teria motivado a ação.

A idosa tinha um longo currículo de atuação como liderança na Associação dos Moradores da comunidade da Cacimba dos Pombos, localizada no Pirambu. 

Naja também atuou em prol das famílias impactadas com as obras do projeto Vila do Mar. 

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INVESTIGAÇÃO

Em nota enviada, a Secretaria da Segurança Pública (SSPDS) informou que equipes da Polícia Militar e da Perícia Forense foram enviadas ao local e colheram informações preliminares sobre o caso. 

Ainda de acordo com o Governo do Ceará, o assassinato de Naja é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil.

A líder comunitária tinha antecedentes criminais por ameaça e injúria.

DENÚNCIA

A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais.

As informações podem ser direcionadas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp, pelo qual podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia ou ainda via “e-denúncia”, o site do serviço 181.

O sigilo e o anonimato são garantidos.

 

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