Esfaqueado em praça pública: acusado por homicídio é condenado a 12 anos de prisão no Ceará

A acusação destaca que o crime foi "covardemente perpetrado".

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Redação seguranca@svm.com.br
trecho imagem de camera de seguranca homem de capacete correndo com faca atras da vitima, via publica.
Legenda: A vítima foi esfaqueada.
Foto: Reprodução.

O Tribunal do Júri decidiu condenar José Jonas Souza Mariano, o 'Jonas Moreno', por matar um desafeto em via pública. O crime aconteceu no dia 11 de novembro de 2024, em Fortaleza, e o acusado foi sentenciado na última quarta-feira (4).

Jonas foi condenado a cumprir 12 anos de prisão. A acusação destaca que o crime foi "covardemente perpetrado" e que o réu "usou capacete como camuflagem" para esfaquear Hyardeyson da Silva Araújo.

A vítima foi abordada quando chegava ao seu local de trabalho, por volta das 6h40, na Rua Visconde de Mauá, bairro Aldeota. Em um primeiro momento, Hyardeyson foi golpeado com uma facada e fugiu em direção à Praça Portugal.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), assinada pelo promotor Walter Filho, a vítima foi perseguida e alcançada pelo criminoso, que desferiu mais golpes.

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Hyardeyson chegou a ser socorrido por populares ao Instituto Doutor José Frota (IJF), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A motivação para o crime segue desconhecida. 

A defesa do suspeito não foi localizada pela reportagem. 

BUSCAS PELO SUSPEITO

José Jonas fugiu do local do crime em uma motocicleta e se escondeu em uma residência em Ocara, no Interior do Estado.

Ele foi capturado dias depois após a Polícia receber denúncias anônimas indicando a localidade do suspeito.

Para a acusação, o denunciado agiu "friamente, chegou antecipadamente ao local, estacionou sua motocicleta e ficara à espreita em locais estratégicos, aguardando a chegada da vítima para uma perfeita execução do homicídio, meio que impossibilitou a defesa da mesma, pois viu-se surpreendida e atacada pelo súbito e brutal ataque perpetrado de seu algoz".

"A prova da autoria encontra-se consubstanciada nos depoimentos testemunhais ao longo dos autos, bem como o reconhecimento do denunciado, através das imagens colhidas pelas câmeras de segurança existentes nas proximidades do local do evento criminoso", segundo o MP.

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