Ceará recebe mais de 5 mil oxímetros para reforçar o combate à Covid-19

Os equipamentos são capazes de medir a quantidade de oxigênio presente no sangue, importante na triagem de pacientes com Covid-19

O Ceará recebeu um total de 5.760 oxímetros, aparelho capaz de medir a presença de oxigênio no sangue, que ajuda na triagem de pacientes com quadro suspeito ou confirmado para a Covid-19. Cada unidade de saúde dos 184 municípios cearenses irá receber, pelo menos, dois aparelhos. O Ceará já soma mais de 170 mil casos da doença e 7.661 óbitos, segundo o IntegraSUS, plataforma da Sescretaria da Saúde, atualiza às 14h26 de hoje (30).

A informação da chegada dos oxímetros foi repassada, na manhã de hoje (30), pela presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (Cosems), Sayonara Cidade. Ela se mostrou otimista com o reforço. 

“Eles medem a quantidade de sangue presente no corpo e exibe o percentual de hemoglobina arterial. É de suma importância para a triagem de urgência e emergência. Um paciente com baixa na oxigenação pode apresentar complicações no quadro de saúde"

Chegada

O lote com os equipamento chegou ao Ceará ontem (29) e a entrega aos municípios deve ser finalizada até próxima semana, confirmou Cidade. “Cada unidade tem direito a pelo menos dois oxímetros e a entrega está sendo feita pelas superintendências de saúde”, ressaltou. Segundo ela, embora importantes, "muitos municípios ainda não possuem estes equipamentos". 

A aquisição faz parte de uma parceria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), juntamente com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), com o Banco Itaú. A ação reforçará todo o País no combate à doença e, no Ceará, funciona por meio do Cosems.

Cidade explica que os municípios acima de 100 mil habitantes receberão os equipamentos em seus prórpios almoxarifados. Já as cidades com população abaixo dos 100 mil, irão receber pela Secretaria da Saúde do Estado - neste caso, são 4.378 oxímetros. 

“É uma parceria importante que atenderá as unidades básicas, academias de saúde, UPAs. Quando o paciente busca o atendimento nestes locais, a gente precisa fazer a oximetria, ver se o paciente está bem. A baixa oxigenação é um alerta e mostra que a situação pode se agravar". 

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