Com saída de Guimarães da corrida ao Senado, Elmano diz que chapa terá 'pluralidade' ideológica
Agora, as opções, segundo Elmano, são Júnior Mano (PSB), Chiquinho Feitosa (Republicanos), Eunício Oliveira (MDB) e Luizianne Lins (Rede).
Sem José Guimarães (PT) na disputa ao Senado, o governador Elmano de Freitas (PT) vai ouvir a sua “aliança de esquerda, de centro e de centro-direita” para definir uma candidatura de “pluralidade” ideológica à Casa Alta em outubro. A declaração foi dada por ele nesta terça-feira (14), em Brasília, após o correligionário tomar posse como ministro das Relações Institucionais do presidente Lula (PT).
Como a legislação eleitoral exige que pretensos candidatos a cargos eletivos se afastem de postos de gestão no semestre anterior à campanha, o deputado Guimarães está, oficialmente, impedido de participar do pleito deste ano – seja para o Senado, seja para a Câmara dos Deputados.
Na cerimônia de posse de Guimarães, no início da tarde, Elmano agradeceu o "gesto" do colega em aceitar o convite do Planalto em prol do "projeto" petista para o Ceará. Em momento posterior, o governador falou à imprensa sobre o futuro da composição majoritária com um concorrente a menos no bloco governista.
A aliança que temos no Ceará, desde o Cid (Gomes), o Camilo (Santana) e também comigo, é de partidos de esquerda, de centro, de centro-direita. A nossa aliança permanece igual e, evidentemente, com uma aliança ampla, não podemos querer que todos os candidatos da chapa sejam de um partido da esquerda. Temos que ter pluralidade e representação dos diversos partidos que dela (aliança) participam.
O petista citou como opções o deputado federal Júnior Mano (PSB), o empresário e ex-senador Chiquinho Feitosa (Republicanos), o deputado federal Eunício Oliveira (MDB) e a deputada federal Luizianne Lins (Rede).
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“Vamos dialogar com muita tranquilidade os nomes para a composição da chapa majoritária. Ainda temos mais nomes do que vagas”, disse o governador, ressaltando que a decisão deve ser tomada entre junho e julho.
Neste ano, o Ceará vai eleger mais dois senadores por oito anos, que comporão a bancada já formada pelo mandato de Camilo Santana (PT), eleito em 2022, no Congresso.