Prêmio internacional dará mais de R$ 100 mil para pesquisa da área de neurobiologia

Inscrições para 19ª edição do Eppendorf & Science Prize for Neurobiology terminam em junho

Legenda: O projeto vencedor ganhará o valor de US$25 mil (aproximadamente R$125 mil)
Foto: Adobe Stock

Eppendorf & Science Prize for Neurobiology, prêmio internacional de ciência e tecnologia, está com inscrições abertas para a sua 19ª edição até o dia 15 de junho. Realizado pela Eppendorf, empresa alemã de biotecnologia com foco em Life Science, a premiação escolherá a pesquisa mais notável em neurobiologia de um(a) jovem cientista de todo o mundo.

Podem se inscrever cientistas de até 35 anos que conduziram trabalhos em métodos de biologia molecular durante os últimos três anos. Para participar, será necessário produzir um ensaio de, ao menos, mil palavras. O melhor trabalho será premiado com o valor de US$25 mil (aproximadamente R$125 mil). Mais informações podem ser encontradas no site da premiação.

O prêmio Eppendorf & Science Prize for Neurobiology é realizado desde 2002 e tem como objetivo reconhecer a importância das pesquisas em todo o mundo que tenham como foco estudar o funcionamento do nosso cérebro e sistema nervoso, além de encorajar e apoiar o trabalho de jovens neurobiologistas promissores.

O ensaio escolhido também será publicado na Revista Science. O cientista – ou a cientista – também será premiado com uma assinatura da revista durante 10 anos, além da bonificação de US$ 1.000 (cerca de R$5 mil) em produtos Eppendorf gratuitos.

A premiação

A cerimônia de premiação ocorrerá em novembro de 2021 e o artigo vencedor será escolhido entre três finalistas.  A escolha será feita por um conselho independente de cientistas presidido pelo editor sênior da Revista Science, Peter Stern.

A Eppendorf dará total suporte logístico para que o vencedor possa comparecer ao evento. A organização também afirmou que ganhador será convidado posteriormente para visitar a sede da Eppendorf, em Hamburgo.

Em 2020, o vencedor da 18ª edição foi Christopher Zimmerman, Ph.D. do Instituto de Neurociência de Princeton. Ele estudou os sistemas neurais que produzem nossa vontade em beber água e descobriu que os sinais sensoriais originados em todo o corpo se juntam nos neurônios individuais do cérebro para produzir a sensação de sede.

Legenda: Karoline Araújo, coordenadora do curso de Enfermagem da Unifor
Foto: Acervo pessoal

Quero receber conteúdos exclusivos do EducaLab