Preso homem que fingia ser médico para pedir doações para vítimas da Covid no Interior do Ceará

Ele foi preso por suspeita de crimes de estelionato, segundo a Polícia Civil

fachada da delegacia regional de acaraú
Legenda: Denúncias que possam colaborar com as investigações podem ser feitas à Delegacia Regional de Acaraú
Foto: Reprodução/Google Maps

Um homem foi preso pela Polícia Civil nesta quarta-feira (29), em Acaraú, por suspeita de estelionato. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Antônio Rodrigo Vasconcelos Nascimento, 31, fingia ser empresário e médico para criar nas redes sociais falsas campanhas de arrecadação de dinheiro para vítimas da Covid-19 no Estado.

Segundo o delegado Jean Weddigen, titular da Delegacia Regional de Acaraú, à frente da investigação do crime, Rodrigo confessou ter apurado em torno de R$ 10 mil nos golpes aplicados. Além disso, ele também usava perfis fakes para se relacionar com as pessoas e conseguir algum tipo de benefício, em dinheiro ou não.

A Polícia Civil aponta que os perfis do homem nas redes sociais reforçavam sua narrativa e o aproximavam das vítimas, que transferiam valores para sua conta bancária

Rodrigo está preso preventivamente na Delegacia Regional de Acaraú.

“As pessoas devem ter cuidado e investigar os perfis de redes sociais, tendo em vista que várias empresas e pessoas podem ter seus perfis copiados, ocasionando perfis fakes responsáveis por golpes. Essas páginas podem solicitar doações e pessoas com boa-fé atendem e acabam se tornando vítimas de estelionatários”, comenta Weddigen.

Ele orienta que, antes de efetuar doações, as pessoas busquem se informar e fiscalizar como o dinheiro será utilizado. 

Denúncias

Denúncias que possam colaborar com o trabalho policial sobre o caso podem ser repassadas pelo número 181, o Disque-Denúncia da SSPDS, ou pelo Whatsapp (85) 3101-0181, por onde podem ser enviados mensagens, áudios, vídeos e fotos.

Além disso, as denúncias podem ser encaminhadas diretamente à Delegacia Regional de Acaraú, pelo telefone (88) 3661-1017. Sigilo e anonimato são garantidos.

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