Poeta reúne cordéis em livro
Escrito por
Redação
producaodiario@svm.com.br
Fortaleza Com mais de 70 cordéis publicados, o poeta cearense José Anchieta Dantas Araújo, mais conhecido como Zé do Jati, acaba de lançar um livro de bolso composto por dez histórias que fazem muito sucesso nos folhetos de cordel. A obra está recheada de versos que retratam a vida cotidiana e explora, por meio do humor, situações da política, aventuras e proezas de vários personagens e fatos de destaque na mídia.
A obra de Zé do Jati é composta por dez cordéis, com versos que retratam a vida cotidiana, explorando várias situações por meio do humor FOTO: FRANCISCO SOUSA
O livro ganham o título "Seu Lunga, o campeão do mau humor, nome de um dos cordéis do autor. As outras histórias são: "As proezas de João Grilo e o capitão do Navio"; "O testamento de Zé do Jati"; "Chifre é coisa do passado pro homem informatizado"; "Coxinha, a autarquia da falsidade"; "O bispo que negou água aos flagelados da seca e a transposição"; "O homem animal"; "A geografia da mulher"; "O quebra-pau entre Pelé e Maradona"; e "Mãe Natureza, filho ingrato e aquecimento global".
No cordel "O testamento de Zé do Jati", por exemplo, o autor, no decorrer das rimas, se revela uma pessoa alegre, otimista e que vive sem reclamação, mesmo com as dificuldades da vida. "Fiz até meu testamento/Mesmo não tendo um tostão/Mas como o mundo tá cheio/ De promessa e boa intenção/Peço ao pai da Natureza/Com isso deixo riqueza/Em pedido e solução", diz a estrofe.
Destaque
Zé do Jati é uma das maiores expressões da literatura de cordel no Brasil, ganhando destaque na TV Diário, em Fortaleza, no programa "Nas garras da patrulha". Lá, ele representava um personagem que, nos versos, com uma viola, ele falava mal dos políticos e dos problemas que afetam a sociedade. Da TV, o poeta cearense passou para os cordéis, levando junto o humor, a sátira e a irreverência, duas maiores peculiaridades. "Me sinto realizado como escritor, porque sei que presto uma grande contribuição para o fortalecimento da literatura de cordel. Dedico minha vida a isso", afirma Zé do Jati.
Segundo ele, a coletânea, da Clio Editora, de São Paulo, pode ser encontrada em todos os aeroportos do Brasil.
A obra de Zé do Jati é composta por dez cordéis, com versos que retratam a vida cotidiana, explorando várias situações por meio do humor FOTO: FRANCISCO SOUSAO livro ganham o título "Seu Lunga, o campeão do mau humor, nome de um dos cordéis do autor. As outras histórias são: "As proezas de João Grilo e o capitão do Navio"; "O testamento de Zé do Jati"; "Chifre é coisa do passado pro homem informatizado"; "Coxinha, a autarquia da falsidade"; "O bispo que negou água aos flagelados da seca e a transposição"; "O homem animal"; "A geografia da mulher"; "O quebra-pau entre Pelé e Maradona"; e "Mãe Natureza, filho ingrato e aquecimento global".
No cordel "O testamento de Zé do Jati", por exemplo, o autor, no decorrer das rimas, se revela uma pessoa alegre, otimista e que vive sem reclamação, mesmo com as dificuldades da vida. "Fiz até meu testamento/Mesmo não tendo um tostão/Mas como o mundo tá cheio/ De promessa e boa intenção/Peço ao pai da Natureza/Com isso deixo riqueza/Em pedido e solução", diz a estrofe.
Destaque
Zé do Jati é uma das maiores expressões da literatura de cordel no Brasil, ganhando destaque na TV Diário, em Fortaleza, no programa "Nas garras da patrulha". Lá, ele representava um personagem que, nos versos, com uma viola, ele falava mal dos políticos e dos problemas que afetam a sociedade. Da TV, o poeta cearense passou para os cordéis, levando junto o humor, a sátira e a irreverência, duas maiores peculiaridades. "Me sinto realizado como escritor, porque sei que presto uma grande contribuição para o fortalecimento da literatura de cordel. Dedico minha vida a isso", afirma Zé do Jati.
Segundo ele, a coletânea, da Clio Editora, de São Paulo, pode ser encontrada em todos os aeroportos do Brasil.