Chuva gera caos em Canindé
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As águas do Rio Canindé subiram, invadindo ruas, derrubando postes de eletricidade e casas
Canindé. A chuva de 227,8 milímetros que caiu durante toda a madrugada de ontem causou o rompimento da adutora do Açúde Souza que abastece o município de Canindé. A cidade está sem água desde as 4 horas, quando as águas do Rio Canindé subiram, invadindo ruas e casas, derrubando postes de eletricidade e cerca de três casas situadas à sua margem. O caos está instalado no munícípio, repetindo a tragédia de 1974 quando a cidade ficou debaixo d’água.
O rastro de destruição provocado pelas fortes chuvas não param por aí. Uma parte da ponte na CE-466, que dá acesso a Quixadá, caiu e o trânsito de veículos entre os dois municípios está interrompido. O açúde Saco da Serra que está com 800 mil m³ rompeu e jogou suas águas no açúde Esperança provocando mais um rompimento.
O prefeito de Canindé, Cláudio Pessoa, não decretou estado de calamidade pública, mas não descarta esta hipótese uma vez que outros açudes da região ameaçam romper se as chuvas continuarem. ‘‘Estamos em estado de emergência e já estamos providenciando a transferência das famílias que perderam suas casas para residências de famílias. Se for preciso, iremos alugar casas até que possamos construir novos imóveis’’, garante Pessoa.
Os estragos da chuva são visíveis desde a entrada do município de Canindé. O parque de Vaquejada foi tomado pelas águas do rio Canindé. A praça Ivan Magalhães, local de caminhada da população, virou uma extensão do rio.
O prejuízo foi quase total para a família de Antônio Marcos Oliveira Mendes, que acordou às 4h30 com a água entrando em sua casa. Para José Alves Monteiro, a tragédia foi ainda maior. Ele teve que sair às pressas ás 2 horas, quando as águas do rio Canindé começaram a derrubaras paredes da sua casa, às margens do rio.
Em Milhã, a 315 quilômetros de Fortaleza, a região de Ipueiras, com mais de cinco mil habitantes, está ilhada. Segundo o prefeito José Cláudio Dias, 19 casas foram atingidas pelas águas do açude do riacho Valentim. O prefeito diz que mobilizou a Defesa Civil para ajudar a população e disponibilizou uma canoa para abastecer o comércio na região.
Canindé. A chuva de 227,8 milímetros que caiu durante toda a madrugada de ontem causou o rompimento da adutora do Açúde Souza que abastece o município de Canindé. A cidade está sem água desde as 4 horas, quando as águas do Rio Canindé subiram, invadindo ruas e casas, derrubando postes de eletricidade e cerca de três casas situadas à sua margem. O caos está instalado no munícípio, repetindo a tragédia de 1974 quando a cidade ficou debaixo d’água.
O rastro de destruição provocado pelas fortes chuvas não param por aí. Uma parte da ponte na CE-466, que dá acesso a Quixadá, caiu e o trânsito de veículos entre os dois municípios está interrompido. O açúde Saco da Serra que está com 800 mil m³ rompeu e jogou suas águas no açúde Esperança provocando mais um rompimento.
O prefeito de Canindé, Cláudio Pessoa, não decretou estado de calamidade pública, mas não descarta esta hipótese uma vez que outros açudes da região ameaçam romper se as chuvas continuarem. ‘‘Estamos em estado de emergência e já estamos providenciando a transferência das famílias que perderam suas casas para residências de famílias. Se for preciso, iremos alugar casas até que possamos construir novos imóveis’’, garante Pessoa.
Os estragos da chuva são visíveis desde a entrada do município de Canindé. O parque de Vaquejada foi tomado pelas águas do rio Canindé. A praça Ivan Magalhães, local de caminhada da população, virou uma extensão do rio.
O prejuízo foi quase total para a família de Antônio Marcos Oliveira Mendes, que acordou às 4h30 com a água entrando em sua casa. Para José Alves Monteiro, a tragédia foi ainda maior. Ele teve que sair às pressas ás 2 horas, quando as águas do rio Canindé começaram a derrubaras paredes da sua casa, às margens do rio.
Em Milhã, a 315 quilômetros de Fortaleza, a região de Ipueiras, com mais de cinco mil habitantes, está ilhada. Segundo o prefeito José Cláudio Dias, 19 casas foram atingidas pelas águas do açude do riacho Valentim. O prefeito diz que mobilizou a Defesa Civil para ajudar a população e disponibilizou uma canoa para abastecer o comércio na região.