Cáritas é implantada na Diocese de Crateús
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A Diocese de Crateús, distante 340 km de Fortaleza, amplia ações com a fundação da Cáritas Diocesana. A oficialização da entidade social — com atuação nas áreas urbana e rural —, é vista como um sinal de esperança para comunidades e grupos. A Cáritas de Crateús está sediada na Cúria Diocesana.
A Assembléia de fundação, no Centro de Treinamento da Diocese, contou com a participação de 55 pessoas, entre elas representantes das 10 comunidades acompanhadas pelo Programa de Convivência com o Semi-árido (PCSA) e onze, entre as treze, paróquias da Diocese de Crateús. Diversas associações comunitárias, Sindicatos de Trabalhadores Rurais, assentamentos rurais, grupos da Economia Solidária, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Comissão Pastoral da Terra (CPT) regional e diocesana, grupos pastorais da juventude, indígena, Escola Família Agrícola Dom Fragoso (EFA), Centro de Direitos Humanos Dom Fragoso, além de integrantes das Cáritas Diocesanas de Itapipoca, Limoeiro do Norte, Sobral e do Secretariado Regional também estiveram presentes ao evento.
O bispo diocesano dom Jacinto Furtado Brito lembrou aos presentes que a missão de Cáritas é muito mais ampla do que a de uma ONG ou um sindicato, “porque envolve a dimensão da espiritualidade, o testemunho do amor e o serviço da Caridade, destacando o sentido da palavra Cáritas”. Conforme dom Jacinto, a “Cáritas como organismo da Igreja Católica que anima, que une as forças para vida cristã se solidariza com todos os homens e mulheres de boa vontade na construção de vida, de um mundo melhor no campo e nas periferias das cidades. Tal qual semeadores da parábola de Matheus”.
Durante a Assembléia foram apresentados 35 pedidos de deferimento de filiação como entidades membros. Entre elas, estão 17 Associações, sendo 12 de Independência, duas de Tamboril, e uma de Crateús, Tauá e Parambu, as Paróquias de Independência, Tamboril, Nova Russas, Monsenhor Tabosa, Ipueiras, Poranga, Ipaporanga, Crateús, Quiterianópolis, Novo Oriente e Tauá. Além dessas, as pastorais sociais, como CEBs, Juventude Diocesana, pastoral indígena, grupo de jovens rurais, Centro de Direitos Humanos Dom Fragoso, Movimento de Adolescentes e Crianças e o Sindicato dos Servidores Municipais de Quiterianópolis manifestaram interesse de filiar-se a Cáritas.
O pároco de Poranga, Xavier de Guibert, área Norte da Diocese de Crateús, entende a oficialização da presença da Cáritas na Diocese como a possibilidade de organização, sistematização da opção pelos pobres feita pela Igreja. Esperançoso, De Guibert avalia que a eficácia da ação da Cáritas acontecerá, de fato, se esta estiver próxima às famílias e partilhando as decisões com as paróquias e movimentos pastorais.
“Como as ações sociais desenvolvidas na Diocese ainda são poucas, a chegada da Cáritas vai fortalecer o desenvolvimento dos projetos e consequentemente a melhoria das comunidades”, diz João Paulo Mota, da Pastoral da Juventude de Sucesso, área Centro.
Rita de Cássia Cordeiro, coordenadora do grupo de mulheres, da Federação dos Trabalhadores do Estado do Ceará (Fetraece) Regional Crateús, diz que a sua maior expectativa com a chegada da Cáritas é a organização das mulheres e o estímulo à participação delas nas lutas sociais. Ela também acredita que de agora em diante haverá mais atividades de formação e um entrosamento maior entre os grupos da região.
Expectativa comungada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Quiterianópolis e integrante da coordenação do Fórum Microrregional de Convivência com o Semi-árido, Antônio Neto Lacerda. “A presença da Cáritas possibilitará a melhoria do nível de consciência do povo, ampliação das alternativas de convivência com o semi-árido e a capacitação em algumas áreas de trabalho”.
A Assembléia de fundação, no Centro de Treinamento da Diocese, contou com a participação de 55 pessoas, entre elas representantes das 10 comunidades acompanhadas pelo Programa de Convivência com o Semi-árido (PCSA) e onze, entre as treze, paróquias da Diocese de Crateús. Diversas associações comunitárias, Sindicatos de Trabalhadores Rurais, assentamentos rurais, grupos da Economia Solidária, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Comissão Pastoral da Terra (CPT) regional e diocesana, grupos pastorais da juventude, indígena, Escola Família Agrícola Dom Fragoso (EFA), Centro de Direitos Humanos Dom Fragoso, além de integrantes das Cáritas Diocesanas de Itapipoca, Limoeiro do Norte, Sobral e do Secretariado Regional também estiveram presentes ao evento.
O bispo diocesano dom Jacinto Furtado Brito lembrou aos presentes que a missão de Cáritas é muito mais ampla do que a de uma ONG ou um sindicato, “porque envolve a dimensão da espiritualidade, o testemunho do amor e o serviço da Caridade, destacando o sentido da palavra Cáritas”. Conforme dom Jacinto, a “Cáritas como organismo da Igreja Católica que anima, que une as forças para vida cristã se solidariza com todos os homens e mulheres de boa vontade na construção de vida, de um mundo melhor no campo e nas periferias das cidades. Tal qual semeadores da parábola de Matheus”.
Durante a Assembléia foram apresentados 35 pedidos de deferimento de filiação como entidades membros. Entre elas, estão 17 Associações, sendo 12 de Independência, duas de Tamboril, e uma de Crateús, Tauá e Parambu, as Paróquias de Independência, Tamboril, Nova Russas, Monsenhor Tabosa, Ipueiras, Poranga, Ipaporanga, Crateús, Quiterianópolis, Novo Oriente e Tauá. Além dessas, as pastorais sociais, como CEBs, Juventude Diocesana, pastoral indígena, grupo de jovens rurais, Centro de Direitos Humanos Dom Fragoso, Movimento de Adolescentes e Crianças e o Sindicato dos Servidores Municipais de Quiterianópolis manifestaram interesse de filiar-se a Cáritas.
O pároco de Poranga, Xavier de Guibert, área Norte da Diocese de Crateús, entende a oficialização da presença da Cáritas na Diocese como a possibilidade de organização, sistematização da opção pelos pobres feita pela Igreja. Esperançoso, De Guibert avalia que a eficácia da ação da Cáritas acontecerá, de fato, se esta estiver próxima às famílias e partilhando as decisões com as paróquias e movimentos pastorais.
“Como as ações sociais desenvolvidas na Diocese ainda são poucas, a chegada da Cáritas vai fortalecer o desenvolvimento dos projetos e consequentemente a melhoria das comunidades”, diz João Paulo Mota, da Pastoral da Juventude de Sucesso, área Centro.
Rita de Cássia Cordeiro, coordenadora do grupo de mulheres, da Federação dos Trabalhadores do Estado do Ceará (Fetraece) Regional Crateús, diz que a sua maior expectativa com a chegada da Cáritas é a organização das mulheres e o estímulo à participação delas nas lutas sociais. Ela também acredita que de agora em diante haverá mais atividades de formação e um entrosamento maior entre os grupos da região.
Expectativa comungada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Quiterianópolis e integrante da coordenação do Fórum Microrregional de Convivência com o Semi-árido, Antônio Neto Lacerda. “A presença da Cáritas possibilitará a melhoria do nível de consciência do povo, ampliação das alternativas de convivência com o semi-árido e a capacitação em algumas áreas de trabalho”.