Adolescente seqüestrada e morta
Escrito por
Redação
producaodiario@svm.com.br
Legenda:
Foto:
Reprodução
Um seqüestro-relâmpago, ocorrido na noite da última sexta-feira, no Município de Caucaia, terminou de forma trágica. A estudante Katiana dos Santos Oliveira, 15 anos, acabou sendo morta com um tiro de revólver na cabeça por um dos seqüestradores.
O fato ocorreu por volta de 21h45min. A adolescente havia ido ao encontro do primo, Antônio Carlos da Silva Costa, nas imediações do Restaurante Fazenda, na BR-222. Katiana fora levada ao local do encontro por outro primo, identificado apenas por Roberto.
ASSALTO - O casal estava em uma Kombi e, ao parar o veículo nas imediações do restaurante, foi rendido por dois homens armados com revólveres. Um deles exigiu que o rapaz o acompanhasse até um caixa eletrônico para que fosse retirado o dinheiro. O refém não teve outra alternativa. A garota ficou em poder do segundo assaltante.
Ao chegar na agência bancária, Antônio Carlos percebeu a aproximação de uma viatura da PM e decidiu reagir, travando uma luta corporal com o assaltante. Os policiais se aproximaram e prenderam o ladrão. Dominado, o bandido informou onde a garota havia ficado em poder do seu comparsa. Incontinenti, a patrulha comandada pelo subtenente Forte, da 2ª Companhia do 6º BPM (Caucaia), se dirigiu ao cativeiro.
TIRO - Ao perceber a aproximação da Polícia, o assaltante não pensou duas vezes: executou a refém e se embrenhou no matagal. A área, porém, foi cercada e o segundo seqüestrador terminou preso. A dupla foi levada para a Delegacia Metropolitana de Caucaia, sendo identificada como Jean Luiz de Lima, 29 anos; e Jocélio Costa dos Santos, 29.
Os dois homens acabaram sendo autuados, em flagrante, pela delegada-plantonista, Fabiane Rocha Mota, por crime de extorsão mediante seqüestro, seguida de morte.
ANTECEDENTES - A Polícia apurou que o tiro contra a adolescente foi dado por Jean Luiz. Ele já responde a vários processo, inclusive, por um crime de homicídio, pelo qual foi condenado a quatro anos de prisão. Porém, estava em liberdade, através de regime semi-aberto concedido pela Justiça.
A mãe da adolescente assassinada, Maria José Marçal dos Santos, dona de casa, confirmou que a filha havia ido encontro do primo. Ela recebera uma ligação. Antes, passou na casa de uma amiga, no Jardim Iracema. Horas depois, Maria José foi informada, através da sogra, que a filha fora morta por assaltantes. O corpo foi levado para o IML.
O fato ocorreu por volta de 21h45min. A adolescente havia ido ao encontro do primo, Antônio Carlos da Silva Costa, nas imediações do Restaurante Fazenda, na BR-222. Katiana fora levada ao local do encontro por outro primo, identificado apenas por Roberto.
ASSALTO - O casal estava em uma Kombi e, ao parar o veículo nas imediações do restaurante, foi rendido por dois homens armados com revólveres. Um deles exigiu que o rapaz o acompanhasse até um caixa eletrônico para que fosse retirado o dinheiro. O refém não teve outra alternativa. A garota ficou em poder do segundo assaltante.
Ao chegar na agência bancária, Antônio Carlos percebeu a aproximação de uma viatura da PM e decidiu reagir, travando uma luta corporal com o assaltante. Os policiais se aproximaram e prenderam o ladrão. Dominado, o bandido informou onde a garota havia ficado em poder do seu comparsa. Incontinenti, a patrulha comandada pelo subtenente Forte, da 2ª Companhia do 6º BPM (Caucaia), se dirigiu ao cativeiro.
TIRO - Ao perceber a aproximação da Polícia, o assaltante não pensou duas vezes: executou a refém e se embrenhou no matagal. A área, porém, foi cercada e o segundo seqüestrador terminou preso. A dupla foi levada para a Delegacia Metropolitana de Caucaia, sendo identificada como Jean Luiz de Lima, 29 anos; e Jocélio Costa dos Santos, 29.
Os dois homens acabaram sendo autuados, em flagrante, pela delegada-plantonista, Fabiane Rocha Mota, por crime de extorsão mediante seqüestro, seguida de morte.
ANTECEDENTES - A Polícia apurou que o tiro contra a adolescente foi dado por Jean Luiz. Ele já responde a vários processo, inclusive, por um crime de homicídio, pelo qual foi condenado a quatro anos de prisão. Porém, estava em liberdade, através de regime semi-aberto concedido pela Justiça.
A mãe da adolescente assassinada, Maria José Marçal dos Santos, dona de casa, confirmou que a filha havia ido encontro do primo. Ela recebera uma ligação. Antes, passou na casa de uma amiga, no Jardim Iracema. Horas depois, Maria José foi informada, através da sogra, que a filha fora morta por assaltantes. O corpo foi levado para o IML.