Fenômeno não foi causado por tremor
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Redação
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Segundo pesquisador da UFRN, um abalo sísmico, geralmente, é sentido numa área bem mais extensa
Fortaleza. O fenômeno registrado na localidade de Baixa de Areia, em Itatira, na noite da última quinta-feira, pode ter sido o efeito de uma acomodação do solo, e não um tremor de terra, como foi cogitado de início por conta da intensidade e do fato de ter derrubado três casas na localidade. Segundo o coordenador do Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Joaquim Ferreira, os sismógrafos não indicaram nenhum registro.
"Se o fenômeno foi sentido apenas naquele local, o mais provável é que a terra tenha cedido por conta de uma acomodação de solo, que pode provocar esse tipo de dano, como queda de casas. Mas para que um tremor de terra tivesse a magnitude necessária para derrubar casas, ele teria que ser sentido numa área bem mais extensa, chegando a Fortaleza, por exemplo", explica o coordenador da instituição.
Apesar de ter levado medo e prejuízos à população de Baixa de Areia, a Defesa Civil dos municípios de Itatira e Canindé informam que não houve feridos no incidente. O fenômeno ocorreu por volta das 23h07 e duraram poucos minutos. Segundo a comerciante Jacinta Pacheco, seu comércio ficou praticamente destruido. "É uma sensação de medo e ninguém consegue ficar equilibrado no momento que ocorre o fenômeno", informou a comerciante.
Segundo Joaquim Ferreira, uma equipe do Laboratório de Sismologia da UFRN, que já vinha ao Ceará para dar continuidade a um trabalho de monitoramento do Açude Castanhão, dirigiu-se, ontem, à comunidade de Baixa de Areia para avaliar o que realmente aconteceu.
MAIS INFORMAÇÕES:
Laboratório de Sismologia da UFRN
Avenida Senador Salgado Filho, 3000
Natal-RN
(84) 3215.3796
Fortaleza. O fenômeno registrado na localidade de Baixa de Areia, em Itatira, na noite da última quinta-feira, pode ter sido o efeito de uma acomodação do solo, e não um tremor de terra, como foi cogitado de início por conta da intensidade e do fato de ter derrubado três casas na localidade. Segundo o coordenador do Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Joaquim Ferreira, os sismógrafos não indicaram nenhum registro.
"Se o fenômeno foi sentido apenas naquele local, o mais provável é que a terra tenha cedido por conta de uma acomodação de solo, que pode provocar esse tipo de dano, como queda de casas. Mas para que um tremor de terra tivesse a magnitude necessária para derrubar casas, ele teria que ser sentido numa área bem mais extensa, chegando a Fortaleza, por exemplo", explica o coordenador da instituição.
Apesar de ter levado medo e prejuízos à população de Baixa de Areia, a Defesa Civil dos municípios de Itatira e Canindé informam que não houve feridos no incidente. O fenômeno ocorreu por volta das 23h07 e duraram poucos minutos. Segundo a comerciante Jacinta Pacheco, seu comércio ficou praticamente destruido. "É uma sensação de medo e ninguém consegue ficar equilibrado no momento que ocorre o fenômeno", informou a comerciante.
Segundo Joaquim Ferreira, uma equipe do Laboratório de Sismologia da UFRN, que já vinha ao Ceará para dar continuidade a um trabalho de monitoramento do Açude Castanhão, dirigiu-se, ontem, à comunidade de Baixa de Areia para avaliar o que realmente aconteceu.
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