Caps festeja aniversário com debate sobre suicídio
Escrito por
Redação
producaodiario@svm.com.br
O Centro de Atenção Psicossocial de Canindé (CAPS) está completando este mês nove anos de atuação nos sertões de Canindé. A idéia de se criar um espaço dedicado à saúde mental surgiu quando Dr. Bosco Sobreira (médico psiquiatra), nascido na cidade, observou a necessidade de um lugar para se discutir e lidar a questão da saúde mental num aspecto mais abrangente, não alienado dos seus vínculos sociais.
O projeto nasceu e amadureceu até sua instalação tendo como meta essa visão “nova” de que o paciente deve tornar-se sujeito do seu próprio tratamento onde nesse processo se estabelecem relações de cumplicidade com a sociedade. No aniversário dos nove anos, o Caps promoveu ontem e hoje, um fórum de debates sob o tema: Suicídio: loucura ou crise social?
O evento conta com a participação de autoridades do Nordeste na área da saúde mental.
Para irmã Blanda de Queiroz, diretora do Hospital Regional São Francisco, o fórum traz em seu conteúdo novas discussões em relação ao paciente com transtornos ou distúrbios mentais. “Será um experiência nova e acreditamos que muita coisa em relação ao comportamento da sociedade para com essa questão social vai mudar”, aposta irmã Blanda.
O psiquiatra Dr. Antônio César Pinheiro frisa que o fórum foi escolhido pela própria comunidade porque os assuntos que serão abordados causam uma série de preocupações às autoridades. “Quando acontece um suicídio no município, mobiliza a sociedade e se cria uma imagem fora da realidade, e o fórum irá abrir novas discussões mais aprofundadas quanto ao suicídio”, lembra.
O projeto nasceu e amadureceu até sua instalação tendo como meta essa visão “nova” de que o paciente deve tornar-se sujeito do seu próprio tratamento onde nesse processo se estabelecem relações de cumplicidade com a sociedade. No aniversário dos nove anos, o Caps promoveu ontem e hoje, um fórum de debates sob o tema: Suicídio: loucura ou crise social?
O evento conta com a participação de autoridades do Nordeste na área da saúde mental.
Para irmã Blanda de Queiroz, diretora do Hospital Regional São Francisco, o fórum traz em seu conteúdo novas discussões em relação ao paciente com transtornos ou distúrbios mentais. “Será um experiência nova e acreditamos que muita coisa em relação ao comportamento da sociedade para com essa questão social vai mudar”, aposta irmã Blanda.
O psiquiatra Dr. Antônio César Pinheiro frisa que o fórum foi escolhido pela própria comunidade porque os assuntos que serão abordados causam uma série de preocupações às autoridades. “Quando acontece um suicídio no município, mobiliza a sociedade e se cria uma imagem fora da realidade, e o fórum irá abrir novas discussões mais aprofundadas quanto ao suicídio”, lembra.