Brasília ganha réplica da estátua de Padre Cícero
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Juazeiro do Norte (Sucursal) — Dentre tantas homenagens prestadas pelo Brasil afora, o Padre Cícero Romão Batista vai ganhar uma estátua em Brasília. Trata-se de uma réplica do monumento em homenagem ao sacerdote erguido na Colina do Horto, em Juazeiro do Norte. Feita com fibra de vidro, a estátua mede 6,25 metros de altura e, com o pedestal, atingirá pouco mais de nove metros. O tamanho representa cerca de 25% do monumento construído na cidade que o religioso fundou.
Ela ainda não foi concluída, mas o padre Raul Canal — vigário geral da Diocese de Brasília da Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB) — garante a inauguração para o dia 20 de julho deste ano. A data marca os 70 anos de morte do “padim Cícero”. Para a Igreja Católica Brasileira representa a “passagem de São Cícero do Juazeiro”, que foi canonizado pela ICAB no dia 8 de julho de 1973. “Para nós, foi o segundo brasileiro levado à glória dos altares e precisava de um oratório na Capital do país”, disse o padre Raul.
A iniciativa é da Obra de Assistência Social Santa Filomena (OASSFI) numa parceria com o Instituto Padre Cícero e a Diocese de Brasília da ICAB. Além da estátua, o religioso juazeirense está ganhando uma capela de 64 m² no SGAS 910, Lote 31, em frente ao Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Ela vai ser chamada de “Oratório de São Cícero de Juazeiro”. Será a maior estátua do Distrito Federal e a segunda maior de Padre Cícero no mundo.
Na opinião do padre Raul, o “padim”, como é carinhosamente chamado pelos romeiros, pode ser considerado o maior fenômeno religioso do Brasil. Ele considera a estátua como uma homenagem aos 548 mil nordestinos residentes em Brasília. “A Capital do país só é superada por São Paulo em número de nordestinos”, lembra o sacerdote. Conforme explica, a grande maioria é formada por filhos e netos de pessoas que ajudaram a construir Brasília e adotaram como a sua cidade para residir.
Desgarrados das suas raízes, segundo acrescenta o padre Raul, as pessoas encontram no Padre Cícero uma maneira de restabelecerem vínculos com o seu torrão natal. Os serviços estão em fase de conclusão com recursos advindos das doações de devotos e admiradores do sacerdote. Foi com esse objetivo que a entidade enviou esta semana ofício ao prefeito de Juazeiro, Carlos Cruz, solicitando apoio para a conclusão das obras.
Na correspondência é citada a Carta Pastoral “Romarias e Conciliação” do bispo da Diocese de Crato, dom Fernando Panico. A Igreja Católica Apostólica Brasileira avaliza o documento, o qual considera que o fenômeno religioso Padre Cícero tem assumido, nas últimas décadas, um significado histórico “sui generis” (peculiar) na cultura religiosa e nordestina brasileira. Igualmente, a ICAB reconhece Padre Cícero como um modelo de sacerdote que vive o espírito de caridade, seguidor fiel do Evangelho de Cristo e conselheiro das virtudes cristãs que acolhe e protege.
Ela ainda não foi concluída, mas o padre Raul Canal — vigário geral da Diocese de Brasília da Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB) — garante a inauguração para o dia 20 de julho deste ano. A data marca os 70 anos de morte do “padim Cícero”. Para a Igreja Católica Brasileira representa a “passagem de São Cícero do Juazeiro”, que foi canonizado pela ICAB no dia 8 de julho de 1973. “Para nós, foi o segundo brasileiro levado à glória dos altares e precisava de um oratório na Capital do país”, disse o padre Raul.
A iniciativa é da Obra de Assistência Social Santa Filomena (OASSFI) numa parceria com o Instituto Padre Cícero e a Diocese de Brasília da ICAB. Além da estátua, o religioso juazeirense está ganhando uma capela de 64 m² no SGAS 910, Lote 31, em frente ao Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Ela vai ser chamada de “Oratório de São Cícero de Juazeiro”. Será a maior estátua do Distrito Federal e a segunda maior de Padre Cícero no mundo.
Na opinião do padre Raul, o “padim”, como é carinhosamente chamado pelos romeiros, pode ser considerado o maior fenômeno religioso do Brasil. Ele considera a estátua como uma homenagem aos 548 mil nordestinos residentes em Brasília. “A Capital do país só é superada por São Paulo em número de nordestinos”, lembra o sacerdote. Conforme explica, a grande maioria é formada por filhos e netos de pessoas que ajudaram a construir Brasília e adotaram como a sua cidade para residir.
Desgarrados das suas raízes, segundo acrescenta o padre Raul, as pessoas encontram no Padre Cícero uma maneira de restabelecerem vínculos com o seu torrão natal. Os serviços estão em fase de conclusão com recursos advindos das doações de devotos e admiradores do sacerdote. Foi com esse objetivo que a entidade enviou esta semana ofício ao prefeito de Juazeiro, Carlos Cruz, solicitando apoio para a conclusão das obras.
Na correspondência é citada a Carta Pastoral “Romarias e Conciliação” do bispo da Diocese de Crato, dom Fernando Panico. A Igreja Católica Apostólica Brasileira avaliza o documento, o qual considera que o fenômeno religioso Padre Cícero tem assumido, nas últimas décadas, um significado histórico “sui generis” (peculiar) na cultura religiosa e nordestina brasileira. Igualmente, a ICAB reconhece Padre Cícero como um modelo de sacerdote que vive o espírito de caridade, seguidor fiel do Evangelho de Cristo e conselheiro das virtudes cristãs que acolhe e protege.