Alunos vão às ruas em aulas práticas
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Redação
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Legenda:
OS ESTUDANTES PERCORREM as ruas de Quixadá em estudo de cartografia. Eles pesquisam desde a nomeclatura até os homenageados
Foto:
Alex Pimentel
Quixadá (Sucursal) - Há oito anos consecutivos, uma professora de Geografia, Sandra Arrais, do Colégio Amadeu Cláudio Damasceno (CACD), tem a iniciativa de incluir em seu plano de aula uma didática no mínimo interessante. Os alunos da 5ª Série do Ensino Fundamental realizam trabalhos de pesquisa e observação nas ruas de Quixadá para estudar cartografia.
O trabalho com os alunos consiste em um passeio pelas ruas, vilas e praças da cidade. “Tudo o que é visto pelos estudantes vai para o caderno de anotações. Além do mais, os alunos elaboram um mapa cartográfico e um relatório do passeio”, disse a professora.
A aluna Lara Carvalho, 11 anos, demonstra interesse pelo tema, diz ser muito importante conhecer ruas e vilas de sua cidade, mas ressalta a dificuldade para a realização da tarefa escolar, porque muitas ruas e avenidas visitadas não possuem placas de identificação.
A professora de Português Emiliana Maria também participa da aula de campo. Seu papel é orientar os alunos quanto à correta escrita dos nomes das ruas e logradouros públicos. Ela também auxilia a turma a elaborar um relatório ao término da aula prática. A educadora, com 6 anos de ensino, comenta que os alunos têm razão e até os adultos se confundem quanto aos nomes das praças públicas que de vez em quando mudam até de nome em Quixadá. “Nossos vultos históricos não são mais respeitados”, finaliza a educadora.
Os comentários dos alunos e educadoras têm fundamento. Atualmente em Quixadá, a população confunde até o nome dos bairros. O bairro Alto da Boa Vista, por exemplo, é conhecido por bairro do Triângulo. A Praça José de Barros é chamada de Praça do Leão, simplesmente porque ali foi fixada uma estátua do leão, símbolo do Rotary Clube.
Não bastassem as dificuldades para se memorizar os nomes de ruas e praças, vez por outra os representantes do poder legislativo municipal mudam os nomes desses locais públicos, e muitas vezes a população não sabe nem o porquê da mudança e nem de quem se trata o homenageado.
Os vereadores Ita Ventura e Welington Queiroz confirmaram que muitas ruas de Quixadá não possuem placas de identificação e constantemente trocam de nome. Queiroz disse que esses problemas ocorreram na administração anterior. Recentemente, os vereadores aprovaram projeto disciplinando as mudanças e nomeações de espaços públicos. Agora é necessário um abaixo-assinado e um parecer de, no mínimo, cinco entidades,” disse Queiroz.
O administrador dos Correios, Haroldo de Oliveira, disse que os carteiros são verdadeiros adivinhos na hora de entregar as cartas, pois os problemas não param somente nas placas de identificação.
O trabalho com os alunos consiste em um passeio pelas ruas, vilas e praças da cidade. “Tudo o que é visto pelos estudantes vai para o caderno de anotações. Além do mais, os alunos elaboram um mapa cartográfico e um relatório do passeio”, disse a professora.
A aluna Lara Carvalho, 11 anos, demonstra interesse pelo tema, diz ser muito importante conhecer ruas e vilas de sua cidade, mas ressalta a dificuldade para a realização da tarefa escolar, porque muitas ruas e avenidas visitadas não possuem placas de identificação.
A professora de Português Emiliana Maria também participa da aula de campo. Seu papel é orientar os alunos quanto à correta escrita dos nomes das ruas e logradouros públicos. Ela também auxilia a turma a elaborar um relatório ao término da aula prática. A educadora, com 6 anos de ensino, comenta que os alunos têm razão e até os adultos se confundem quanto aos nomes das praças públicas que de vez em quando mudam até de nome em Quixadá. “Nossos vultos históricos não são mais respeitados”, finaliza a educadora.
Os comentários dos alunos e educadoras têm fundamento. Atualmente em Quixadá, a população confunde até o nome dos bairros. O bairro Alto da Boa Vista, por exemplo, é conhecido por bairro do Triângulo. A Praça José de Barros é chamada de Praça do Leão, simplesmente porque ali foi fixada uma estátua do leão, símbolo do Rotary Clube.
Não bastassem as dificuldades para se memorizar os nomes de ruas e praças, vez por outra os representantes do poder legislativo municipal mudam os nomes desses locais públicos, e muitas vezes a população não sabe nem o porquê da mudança e nem de quem se trata o homenageado.
Os vereadores Ita Ventura e Welington Queiroz confirmaram que muitas ruas de Quixadá não possuem placas de identificação e constantemente trocam de nome. Queiroz disse que esses problemas ocorreram na administração anterior. Recentemente, os vereadores aprovaram projeto disciplinando as mudanças e nomeações de espaços públicos. Agora é necessário um abaixo-assinado e um parecer de, no mínimo, cinco entidades,” disse Queiroz.
O administrador dos Correios, Haroldo de Oliveira, disse que os carteiros são verdadeiros adivinhos na hora de entregar as cartas, pois os problemas não param somente nas placas de identificação.