CPI do extermínio amplia investigação
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Foi aprovada a primeira convocação para depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Grupo de Extermínio, na Assembléia Legislativa. O delegado da Polícia Federal Cláudio Barros Joventino, que presidiu o inquérito sobre a ação do suposto grupo na Polícia Militar, deverá ser ouvido na próxima terça-feira. Um promotor de Justiça e a corregedora dos órgãos de segurança pública do Estado foram convidados a prestar esclarecimentos sobre a denúncia de que um grupo de policiais, a pretexto de oferecer segurança privada à rede de farmácias Pague Menos, praticou extermínio.
Os integrantes da CPI aprovaram a convocação e os convites na última reunião ordinária, ocorrida na última terça-feira. As solicitações partiram do relator da Comissão, deputado Paulo Duarte (PSDB). Além da convocação de Joventino, foram convidados José Francisco de Oliveira Filho, promotor de Justiça da 2ª Vara do Júri - em que corre o processo sobre o caso -, e Carmem Lúcia, corregedora responsável pelos órgãos de segurança pública do Estado.
Na última reunião da CPI, também foram aprovados pedidos para que a presidência da Assembléia solicite informações sigilosas da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos (SEDH) e da CPI dos Grupos de Extermínio da Câmara dos Deputados, cujo relatório final deverá ser aprovado nos próximos dias. Segundo o presidente da CPI estadual, deputado Manoel de Castro Neto (PMDB), os requerimentos já foram remetidos para o presidente da Assembléia, deputado Marcos Cals (PSDB).
AMPLIAÇÃO - O presidente da Comissão, espera a aprovação em plenário, na próxima semana, do pedido de aditamento que permitirá à Comissão ampliar seu universo de investigação. O pedido foi assinado por 21 deputados e, em sua versão final, deixa aberta a possibilidade de investigação de qualquer crime perpetrado por grupo de extermínio.
Manoel de Castro explicou que, a exemplo do que aconteceu na CPI da Exploração Sexual, encerrada recentemente, a CPI partirá de um universo mais amplo, delimitado pelo requerimento aditado, em direção a casos específicos, cujos critérios de escolha serão definidos nas reuniões da CPI subseqüentes à aprovação do aditamento. Entre os crimes sujeitos à investigação, estão os assassinatos de mulheres na região do Cariri, os crimes de pistolagem e as mortes de pessoas ligadas ao ramo lagosteiro. Paulo Duarte diz acreditar que a CPI poderá contribuir com mais ênfase nesse último caso, que em sua avaliação carece de muitos esclarecimentos.
Manoel de Castro cobrou celeridade da Procuradoria Jurídica da Assembléia na avaliação do pedido de ampliação do raio de investigações da CPI, que foi sugerido inicialmente pelos deputados Pedro Uchoa (PSL) e Delegado Cavalcante (PSDB).
Os integrantes da CPI aprovaram a convocação e os convites na última reunião ordinária, ocorrida na última terça-feira. As solicitações partiram do relator da Comissão, deputado Paulo Duarte (PSDB). Além da convocação de Joventino, foram convidados José Francisco de Oliveira Filho, promotor de Justiça da 2ª Vara do Júri - em que corre o processo sobre o caso -, e Carmem Lúcia, corregedora responsável pelos órgãos de segurança pública do Estado.
Na última reunião da CPI, também foram aprovados pedidos para que a presidência da Assembléia solicite informações sigilosas da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos (SEDH) e da CPI dos Grupos de Extermínio da Câmara dos Deputados, cujo relatório final deverá ser aprovado nos próximos dias. Segundo o presidente da CPI estadual, deputado Manoel de Castro Neto (PMDB), os requerimentos já foram remetidos para o presidente da Assembléia, deputado Marcos Cals (PSDB).
AMPLIAÇÃO - O presidente da Comissão, espera a aprovação em plenário, na próxima semana, do pedido de aditamento que permitirá à Comissão ampliar seu universo de investigação. O pedido foi assinado por 21 deputados e, em sua versão final, deixa aberta a possibilidade de investigação de qualquer crime perpetrado por grupo de extermínio.
Manoel de Castro explicou que, a exemplo do que aconteceu na CPI da Exploração Sexual, encerrada recentemente, a CPI partirá de um universo mais amplo, delimitado pelo requerimento aditado, em direção a casos específicos, cujos critérios de escolha serão definidos nas reuniões da CPI subseqüentes à aprovação do aditamento. Entre os crimes sujeitos à investigação, estão os assassinatos de mulheres na região do Cariri, os crimes de pistolagem e as mortes de pessoas ligadas ao ramo lagosteiro. Paulo Duarte diz acreditar que a CPI poderá contribuir com mais ênfase nesse último caso, que em sua avaliação carece de muitos esclarecimentos.
Manoel de Castro cobrou celeridade da Procuradoria Jurídica da Assembléia na avaliação do pedido de ampliação do raio de investigações da CPI, que foi sugerido inicialmente pelos deputados Pedro Uchoa (PSL) e Delegado Cavalcante (PSDB).