Concursos para polícias Civil, Militar e Pefoce são autorizados e editais devem sair até junho

Governador informou que dois editais devem ser lançados esta semana

Policiais enfileirados em convocação no Centro de Eventos
Legenda: Policiais estão entre os beneficiados pelo novo programa habitacional da Caixa
Foto: Saulo Roberto

O Governo do Ceará sancionou, na manhã desta segunda-feira (17), as leis que autorizam a realização de novos concursos para as forças de segurança pública no Estado. Ao todo, serão ofertadas 2.870 vagas para as polícias Civil do Ceará (PCCE), Militar (PM) e a Perícia Forense do Estado (Pefoce). 

Ao sancionar as leis, Camilo Santana afirmou que os editais para a Polícia Civil e Pefoce devem ser publicados ainda nesta semana. Já o da PM, a previsão é até junho, após seleção da empresa a ser responsável pelo certame.

Segundo o governador Camilo Santana (PT), serão ofertados, ao todo, neste ano:

  • 500 vagas na Polícia Civil;
  • 170 vagas na Perícia Forense
  • 2,2 mil vagas na Polícia Militar (2 mil para praças e 200 para oficiais).

Os concursos foram anunciados ainda em 2020 e estavam com editais previstos para serem publicados em março. De acordo com Camilo, foi necessário fazer alterações na legislação e as novas leis foram aprovadas na última quinta-feira (13) na Assembleia. 

Convocação para Corpo de Bombeiros

Durante o evento, Camilo Santana também anunciou que irá convocar os 204 candidatos aprovados no último concurso do Corpo de Bombeiros do Ceará. 

O governador informou ainda que o efetivo de novos profissionais da Pefoce deve ser realizado para contemplar a inauguração de sedes em Crateús e Itapipoca, que estão "praticamente prontas".

O gestor estadual também indicou que "vários batalhões" do Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio) serão implementados neste ano e em 2022, os quais devem ser formados após o concurso da PMCE.

Camilo assinou os documentos junto à vice-governadora Izolda Cela, ao secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Sandro Caron, e a outras autoridades de segurança.

"O Estado não tem medido esforços, não só em equipamentos, em viaturas, tecnologia, inteligência, aeronaves, enfim, mas também nas pessoas", pontuou.

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