Quem é o membro do CV preso por ameaçar o secretário da Administração Penitenciária do Ceará

O suspeito comentou nas redes sociais sobre 'dar um fim' em Mauro Albuquerque.

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Redação seguranca@svm.com.br
suspeito e secretario.
Legenda: O suspeito comentou em uma publicação feita pelo secretário.
Foto: Reprodução.

O suspeito preso por ameaçar publicamente o secretário da Administração Penitenciária do Ceará, Mauro Albuquerque, é apontado como membro da facção carioca Comando Vermelho (CV). Francisco Gladitone Lopes Santana, conhecido como 'Léo', chegou a postar nas redes sociais que 'daria um fim' no gestor da Pasta.

A reportagem apurou que o mandado de prisão contra o investigado foi cumprido em Fortaleza, durante ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/CE) junto à Coordenadoria de Inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP).

As ameaças foram realizadas no dia 25 de setembro de 2025 e proferidas por meio do próprio perfil pessoal de Gladitone. Na época, Mauro Albuquerque publicou sobre o novo modelo de entrega de kits de higiene fornecidos pelo Estado às pessoas privadas de liberdade do Ceará.

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Legenda: O comentário foi feito no ano passado.
Foto: Reprodução.

O suspeito comentou na publicação fazendo menção a 'dar um fim' no secretário. A defesa do preso não foi localizada pelo Diário do Nordeste. 

PRISÃO

Gladitone já tinha antecedentes criminais e passado pelo Sistema Penitenciário do Estado. 

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Na ficha criminal de 'Léo' constam, pelo menos, três passagens por roubo, sendo a primeira no ano de 2019.

Com a investigação, o Poder Judiciário expediu mandado de prisão e de busca e apreensão, cumpridos na casa do suspeito, na manhã desta terça-feira (12).

A ação, denominada “Operação Custos Legis”, também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e telefônico autorizadas pela Justiça. 

A ofensiva integra a operação nacional “Força Integrada II”, realizada simultaneamente em 16 estados brasileiros. A mobilização reúne as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos) em ações contra o tráfico de drogas e armas, atuação de facções criminosas, lavagem de dinheiro e outros crimes.

Ao todo, a operação nacional prevê o cumprimento de 165 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão nos estados do Ceará, Espírito Santo, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro.

 

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