Municípios investem na apicultura
Escrito por
Redação
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O Ceará é o segundo maior produtor de mel do Nordeste sendo a região dos Inhamuns uma das responsáveis por esse bom resultado. A apicultura através do Projeto Doce Mel atrai o interesse dos produtores de Parambu e Mombaça estimulando o empreendedorismo dos pequenos produtores no Estado.
Dentro do Município, e contando com o apoio de parceiros como Prefeitura local, Sebrae, Ematerce e Banco do Brasil, já é possível se enxergar uma nova realidade para muitos sertanejos. O projeto já exporta 105 toneladas de mel por ano, conta com uma associação com 180 sócios e gera empregos diretos e indiretos. O mel produzido é de qualidade muito apreciada e obtém destaque principalmente na Europa sendo comercializado através da Cearapi.
O presidente da Federação Cearense de Apicultura, Paulo Airton de Macedo e Silva, conta que há quatro anos não existia produção de mel em Parambu. “Ações como esta, priorizam o homem do campo e fazem da apicultura uma atividade complementar à renda do sertanejo”, afirma.
A apicultura cearense produz, em média, três mil toneladas anuais. Deste total, 80% são enviados para o mercado internacional. Existem consumidores na Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica e Espanha. Segundo Paulo Airton de Macedo e Silva, presidente da Federação Cearense de Apicultura, gera cerca de 8 mil empregos. No Ceará, são quatro mil produtores envolvidos com mais de 100 mil colméias.
Dentro do Município, e contando com o apoio de parceiros como Prefeitura local, Sebrae, Ematerce e Banco do Brasil, já é possível se enxergar uma nova realidade para muitos sertanejos. O projeto já exporta 105 toneladas de mel por ano, conta com uma associação com 180 sócios e gera empregos diretos e indiretos. O mel produzido é de qualidade muito apreciada e obtém destaque principalmente na Europa sendo comercializado através da Cearapi.
O presidente da Federação Cearense de Apicultura, Paulo Airton de Macedo e Silva, conta que há quatro anos não existia produção de mel em Parambu. “Ações como esta, priorizam o homem do campo e fazem da apicultura uma atividade complementar à renda do sertanejo”, afirma.
A apicultura cearense produz, em média, três mil toneladas anuais. Deste total, 80% são enviados para o mercado internacional. Existem consumidores na Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica e Espanha. Segundo Paulo Airton de Macedo e Silva, presidente da Federação Cearense de Apicultura, gera cerca de 8 mil empregos. No Ceará, são quatro mil produtores envolvidos com mais de 100 mil colméias.