Juazeiro lamenta falecimento do escritor e radialista José Boaventura
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Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte (Sucursal) — Faleceu ontem, pela manhã, neste Município, o professor universitário, radialista e escritor José Boaventura de Souza, 65 anos, de neoplasia de pâncreas, após quase um ano de tratamento médico com viagens semanais à Fortaleza. O corpo foi velado na Funerária Anjo da Guarda, de Juazeiro do Norte, de onde saiu num cortejo fúnebre até o Cemitério de Caririaçu, sua terra natal. O sepultamento se deu no final da tarde num túmulo ao lado dos seus pais.
Boaventura deixou a mulher, Francy Vilela Fontes Boaventura, seis filhos e vários netos. Foi no dia do seu aniversário — 10 de março do ano passado — que soube o resultado de um exame que apontava a neoplasia de pâncreas. Desde essa época ele se afastou das suas atividades e vinha se submetendo a sessões de quimioterapia. A última rádio que ele trabalhou foi a Verde Vale AM, onde apresentava um noticiário diário pela manhã e era comentarista esportivo, mas atuou em todas as emissoras de Juazeiro.
Sua primeira profissão foi a de alfaiate, depois funcionários dos Correios, radialista e o ingresso no magistério, além das funções de dirigente esportivo, treinador do Icasa e membro do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC). Boaventura era professor dos quadros da Universidade Estadual do Ceará (Uece), porém foi remanejado para a Universidade Regional do Cariri (Urca) quando esta foi criada. Atualmente, ele coordenava o núcleo Caririaçu da UVA (Universidade do Vale do Acaraú) no Cariri.
O radialista Luís Carlos de Lima, compadre e amigo, lembrou que Boaventura tornou-se exímio pesquisador e foi o primeiro e único coordenador do Instituto José Marrocos de Pesquisas e Estudos Socioculturais (Ipesc). “Ele vinha lutando junto à Urca pela reabertura da entidade na condição de ardoroso historiador sobre questões ligadas ao Padre Cícero, Juazeiro e a região do Cariri”, acrescentou. Lembrou ainda ter sido pelas mãos de Boaventura que muitos ingressaram no rádio local. Na celebração da missa de corpo presente, monsenhor Murilo de Sá Barreto o considerou um exemplo de esposo, pai, professor, homem de comunicação e da Igreja na condição de membro do Encontro de Casais com Cristo (ECC).
Boaventura deixou a mulher, Francy Vilela Fontes Boaventura, seis filhos e vários netos. Foi no dia do seu aniversário — 10 de março do ano passado — que soube o resultado de um exame que apontava a neoplasia de pâncreas. Desde essa época ele se afastou das suas atividades e vinha se submetendo a sessões de quimioterapia. A última rádio que ele trabalhou foi a Verde Vale AM, onde apresentava um noticiário diário pela manhã e era comentarista esportivo, mas atuou em todas as emissoras de Juazeiro.
Sua primeira profissão foi a de alfaiate, depois funcionários dos Correios, radialista e o ingresso no magistério, além das funções de dirigente esportivo, treinador do Icasa e membro do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC). Boaventura era professor dos quadros da Universidade Estadual do Ceará (Uece), porém foi remanejado para a Universidade Regional do Cariri (Urca) quando esta foi criada. Atualmente, ele coordenava o núcleo Caririaçu da UVA (Universidade do Vale do Acaraú) no Cariri.
O radialista Luís Carlos de Lima, compadre e amigo, lembrou que Boaventura tornou-se exímio pesquisador e foi o primeiro e único coordenador do Instituto José Marrocos de Pesquisas e Estudos Socioculturais (Ipesc). “Ele vinha lutando junto à Urca pela reabertura da entidade na condição de ardoroso historiador sobre questões ligadas ao Padre Cícero, Juazeiro e a região do Cariri”, acrescentou. Lembrou ainda ter sido pelas mãos de Boaventura que muitos ingressaram no rádio local. Na celebração da missa de corpo presente, monsenhor Murilo de Sá Barreto o considerou um exemplo de esposo, pai, professor, homem de comunicação e da Igreja na condição de membro do Encontro de Casais com Cristo (ECC).