Tecnologia e segurança

Estamos passando por uma revolução tecnológica já há algum tempo. Devido à pandemia do novo coronavírus, essas mudanças sofreram uma aceleração ainda maior. O mundo passou a ser mais digital e as relações passaram a sobreviver muito mais online do que offline. No mundo corporativo também houve essa celeridade, especialmente no mercado de segurança patrimonial.

Não dá mais para retroceder, é imprescindível acompanhar a modernização a todo momento. A indústria digital é aliada e não inimiga. A segurança patrimonial pode ser facilitada de inúmeras maneiras, por meio da inovação tecnológica, como as portarias remotas, câmeras térmicas, reconhecimento facial, rastreamento veicular, vigilância eletrônica, entre outros. Entretanto, o segredo não está somente na tecnologia de ponta, está também no trabalho desenvolvido com uma abordagem de segurança integrada, que nada mais é do que a união da tecnologia com pessoas bem capacitadas. É o desenvolvimento tecnológico e o humano andando de mãos dadas, lado a lado.

Segundo a Abese, Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, o mercado tem crescido em média 8% ao ano, tendo atingido no ano passado os 10%. Esse crescimento reflete a melhoria da eficiência nos processos, permitindo que as vantagens da inteligência artificial sejam agregadas à inteligência humana. Não é uma substituição, como muitos pensam, e sim uma forma de unir as duas coisas em um mercado que vem crescendo todos os anos.

O setor deve manter seu crescimento nos próximos anos, devido à ampliação do uso das tecnologias, como a chegada do 5G por exemplo. Isso intensifica a necessidade de manter os profissionais da área atualizados e em constante reciclagem, reforçando assim a importância de instituições que investem não apenas em tecnologia, mas na formação de bons profissionais.

Allan Victor Guanabara

Diretor de Marketing 


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