Plataforma de ensino lança projeto online e gratuito com aulas ao vivo

O SAS ao Vivo apresenta aulas diárias para alunos dos ensinos Fundamental e Médio

Escrito por Redação,

Metro
Legenda: Alunos podem acessar conteúdo gratuito pelo YouTube
Foto: Divulgação

Com aulas suspensas por causa da pandemia da Covid-19, estudantes dos ensinos Fundamental e Médio podem seguir o calendário letivo por meio da iniciativa SAS ao Vivo, do SAS Plataforma de Educação. Diariamente, são transmitidas aulas online sobre os mais diversos conteúdos, de forma gratuita, pelo canal do YouTube

De acordo com Ademar Celedônio, diretor de Ensino e Inovações Educacionais do SAS, um dos objetivos do projeto é minimizar os impactos do fechamento das escolas, além de contribuir com a educação do País. “É uma iniciativa inédita. Apesar de ser ao vivo, nós deixamos todos os conteúdos gravados. A ideia também é criar uma rotina para o estudante, de ele ter horário para acordar, ter intervalos”, explica.  

O SAS ao Vivo começou na última sexta-feira (20), com aula de Biologia sobre coronavírus. Um cronograma de horários foi pensado para contemplar todas as séries. A partir desta segunda-feira (23), as aulas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio começaram.

A ideia, segundo Celedônio, é de que nesta primeira semana seja feita uma revisão dos conteúdos já abordados neste ano letivo de cada série e, então, a partir da próxima serão abordados novos assuntos. No site, o estudante pode conferir a disciplina do dia.  

Medidas preventivas 

O diretor ressalta ainda os cuidados tomados pela equipe para evitar a transmissão do coronavírus durante as gravações. “Toda a equipe está usando máscara e luva. Os materiais usados pelos professores são todos higienizados”, afirma.  

Além disso, o cronograma de aulas foi elaborado de forma que o professor só precise ir uma única vez para a escola para as gravações e foi feito um esquema de rodízio com os profissionais responsáveis pela captação.  

“Nas gravações, o professor tem um ritual. Ao chegar, ele lava as mãos, recebem máscara e dentro da sala só ficam o professor e uma pessoa”, acrescenta.