Google faz homenagem à Anne Frank em aniversário de lançamento de seu diário; saiba quem é

Um novo Doodle na página inicial celebra a importância do trabalho da ativista indígena

Imagem do Google homenageando Anne Frank
Legenda: Publicado em 1947, “O diário de Anne Frank” é o retrato comovente de uma família em busca de salvação
Foto: Reprodução/Google

O Google faz uma homenagem à jovem judia Anne Frank, que ficou mundialmente famosa após a publicação de seu diário, no sábado (25). O livro, contendo os registros dos anos de 1942 até 1944, foi lançado em 1947.

O Doodle em sua página inicial busca celebrar o 75º aniversário da publicação do "O diário de Anne Frank”, considerado um dos livros mais essenciais da história moderna.

Quem foi Anne Frank?

A jovem Anne Frank nasceu em 12 de junho de 1929 em Frankfurt, na Alemanha, mas sua família logo se mudou para Amsterdã, na Holanda, para escapar da crescente discriminação e violência enfrentadas por milhões de minorias nas mãos do crescente partido nazista.

Quando Anne tinha apenas 10 anos, a Segunda Guerra Mundial teve início. Logo depois, a Alemanha invadiu a Holanda, trazendo o aumento da perseguição antissemita na Europa.

Durante os anos de 1942 e 1944 manteve a escrita de um diário. Os textos retratam a tentativa da família de sobreviver. Durante dois anos, Anne, os pais e a irmã viveram no anexo secreto de um prédio comercial no centro de Amsterdam.

Aos Frank se juntaram os van Pels, o filho do casal e o dentista Fritz Pfeffer – todos eles transformados em perfeitos personagens sob a pena espirituosa, e igualmente impiedosa, da jovem diarista.

Foto da judia Anne Frank em preto e branco.
Legenda: Arnold van den Bergh, um judeu de Amsterdã, é suspeito de revelar o esconderijo de Anne Frank e sua família para os nazistas
Foto: reprodução

A escrita do diário não se reduzia a mais uma dentre as várias atividades de que Anne se ocupava para contornar as longas horas de ócio no dia a dia do anexo. Anne buscava investir na carreira de escritora.

No entanto, aos 15 anos, a jovem foi deportada para o campo de Bergen-Belsen, na Alemanha, junto com a mãe e a irmã, Anne viveu seus últimos dias longe de Kitty, amiga imaginária a quem dirigia parte dos seus escritos, e de seu futuro promissor na literatura.

 

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