Jovens aprendem a tocar música erudita
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Iguatu (Sucursal) – O sonho do maestro Eleazar de Carvalho de implantar em sua cidade natal, Iguatu, uma escola de música clássica começa a se tornar realidade. Por iniciativa da viúva do músico, Sônia Muniz de Carvalho, 120 alunos, a maioria oriunda de famílias de baixa renda, aprendem música clássica e canto coral. O projeto é implantado com apoio do Sesc, da Prefeitura, através da Secretaria de Cultura do Município e do empresário Antônio Ermírio de Moraes, do grupo Votorantim, de São Paulo.
A Escola de Música Maestro Eleazar de Carvalho começou em agosto passado e um dos seus objetivos é a formação de uma orquestra de cordas. Os acordes de instrumentos raros são ouvidos diariamente no Sesc, na sala de aula. Alunos manipulam, com carinho, as cordas dos violinos, violas, violoncelos e contrabaixos e os teclados do piano. Com os olhos atentos às orientações dos professores, eles não se cansam de repetir, por diversas vezes, as lições básicas. A vontade, o desejo de cada um, é aprender música erudita. São crianças, adolescentes e adultos que fazem parte da primeira turma de um projeto inovador na região Centro-Sul.
Os instrumentos (20 violinos, 14 violas, 10 violoncelos, três pianos e quatro contrabaixos) foram doados pelo empresário Antônio Ermírio de Moraes que atendeu a um pedido direto de Sônia Muniz de Carvalho. “Se é para o maestro, que foi meu amigo, faço a doação pessoal”. Assim, ele respondeu ao pedido direto feito pela viúva, na cidade de São Paulo, em junho passado. “O Eleazar sempre falou bem de Iguatu, sua terra natal, e aqui ele tinha vontade de implantar uma escola de música clássica para formação de jovens instrumentistas”, contou Sônia de Carvalho. “Não teve tempo, mas agora resolvi realizar o desejo dele”.
Os alunos estão empolgados. Há aulas práticas e teóricas sobre história da música e percepção musical. Os professores vieram de São Paulo, Sergipe e Fortaleza. O músico José Carlos de Carvalho Mota Júnior, de São Paulo, atendeu ao convite de Sônia de Carvalho para dirigir a escola. Ele foi coordenador das duas últimas edições do Festival Eleazar de Carvalho, realizado anualmente em julho em Fortaleza. Dá aulas de piano clássico e canto coral.
Na avaliação de José Carlos, os alunos estão progredindo rapidamente. “Tudo é novo para eles, mas o resultado, em pouco tempo de aula, é muito bom. Estão superando a expectativa”, observa. “A nossa idéia é formar uma orquestra de cordas e um coral, que devem fazer uma primeira apresentação no final deste ano”. O desafio está lançado. Ele lembra que teve oportunidade de ser solista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, regida pelo maestro Eleazar de Carvalho. “Aqui estamos morando em frente à casa, onde o maestro nasceu, na Praça da Matriz”.
Os professores Raimundo Penaforte e Gisele Mendonça participaram do processo de montagem da escola, mas já retornaram para São Paulo. “Os alunos estão empolgados e indo muito bem”, observou Gisele Mendonça, antes de viajar. “Eles não conheciam música clássica”. Com larga experiência em violino, tendo participado de oito festivais em Brasília, Rio de Janeiro e Fortaleza, Gisele acredita no sucesso da formação dos músicos locais.
Daniel Barros, professor de violino, violoncelo, viola clássica e contrabaixo, está empolgado com o andamento da turma. Já tem experiência em ministrar cursos para alunos da rede pública. “Todos nós estamos empolgados nesse novo desafio”, disse. Ele ministra as aulas práticas com determinação e supera o cansaço ao ver os alunos progredir nas lições. Divide as aulas com o músico, Francisco Araújo Silva Júnior, violonista da Orquestra Sinfônica de Aracaju, que veio reforçar o grupo de professores.
A Escola de Música Maestro Eleazar de Carvalho começou em agosto passado e um dos seus objetivos é a formação de uma orquestra de cordas. Os acordes de instrumentos raros são ouvidos diariamente no Sesc, na sala de aula. Alunos manipulam, com carinho, as cordas dos violinos, violas, violoncelos e contrabaixos e os teclados do piano. Com os olhos atentos às orientações dos professores, eles não se cansam de repetir, por diversas vezes, as lições básicas. A vontade, o desejo de cada um, é aprender música erudita. São crianças, adolescentes e adultos que fazem parte da primeira turma de um projeto inovador na região Centro-Sul.
Os instrumentos (20 violinos, 14 violas, 10 violoncelos, três pianos e quatro contrabaixos) foram doados pelo empresário Antônio Ermírio de Moraes que atendeu a um pedido direto de Sônia Muniz de Carvalho. “Se é para o maestro, que foi meu amigo, faço a doação pessoal”. Assim, ele respondeu ao pedido direto feito pela viúva, na cidade de São Paulo, em junho passado. “O Eleazar sempre falou bem de Iguatu, sua terra natal, e aqui ele tinha vontade de implantar uma escola de música clássica para formação de jovens instrumentistas”, contou Sônia de Carvalho. “Não teve tempo, mas agora resolvi realizar o desejo dele”.
Os alunos estão empolgados. Há aulas práticas e teóricas sobre história da música e percepção musical. Os professores vieram de São Paulo, Sergipe e Fortaleza. O músico José Carlos de Carvalho Mota Júnior, de São Paulo, atendeu ao convite de Sônia de Carvalho para dirigir a escola. Ele foi coordenador das duas últimas edições do Festival Eleazar de Carvalho, realizado anualmente em julho em Fortaleza. Dá aulas de piano clássico e canto coral.
Na avaliação de José Carlos, os alunos estão progredindo rapidamente. “Tudo é novo para eles, mas o resultado, em pouco tempo de aula, é muito bom. Estão superando a expectativa”, observa. “A nossa idéia é formar uma orquestra de cordas e um coral, que devem fazer uma primeira apresentação no final deste ano”. O desafio está lançado. Ele lembra que teve oportunidade de ser solista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, regida pelo maestro Eleazar de Carvalho. “Aqui estamos morando em frente à casa, onde o maestro nasceu, na Praça da Matriz”.
Os professores Raimundo Penaforte e Gisele Mendonça participaram do processo de montagem da escola, mas já retornaram para São Paulo. “Os alunos estão empolgados e indo muito bem”, observou Gisele Mendonça, antes de viajar. “Eles não conheciam música clássica”. Com larga experiência em violino, tendo participado de oito festivais em Brasília, Rio de Janeiro e Fortaleza, Gisele acredita no sucesso da formação dos músicos locais.
Daniel Barros, professor de violino, violoncelo, viola clássica e contrabaixo, está empolgado com o andamento da turma. Já tem experiência em ministrar cursos para alunos da rede pública. “Todos nós estamos empolgados nesse novo desafio”, disse. Ele ministra as aulas práticas com determinação e supera o cansaço ao ver os alunos progredir nas lições. Divide as aulas com o músico, Francisco Araújo Silva Júnior, violonista da Orquestra Sinfônica de Aracaju, que veio reforçar o grupo de professores.