Contribuições do INSS superam receita municipal
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Francisco Demontier
Juazeiro do Norte (Sucursal) - O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) injeta todos os meses na economia do Cariri, mais recursos do que as receitas dos municípios da região. Só em Juazeiro do Norte, por exemplo, a Previdência Social desembolsa por mês R$ 8.634.938,40 no pagamento de 26.642 benefícios entre aposentadorias, pensões, auxílio-doença, reclusão e acidente. Já a receita média da Prefeitura local é da ordem de R$ 7 milhões mensais.
Os números foram apresentados pela superintendente do INSS no Ceará, Nara Regina Martinuzzi, que esteve no Cariri com uma espécie de Superintendência Intinerante. Nas reuniões que promoveu nas 11 agências do Cariri, ela tratou da unificação dos procedimentos e a melhoria na qualidade do atendimento aos caririenses. A gerência executiva do INSS da região jurisdiciona atividades englobando 50 municípios cearenses.
Nessa área, a Previdência Social paga 229.758 benefícios todos os meses, num volume total de recursos da ordem de R$ 64.804.418,99 sendo 72% desse valor pagos em benefícios rurais. Segundo Nara Regina, só na “Terra do Padre Cícero”, o número de beneficiários corresponde a 12% da população. No município de Crato, de acordo com a gerente executiva da Previdência Social, Maria Jesusete de Araújo Leal, são 15.517 benefícios injetando na economia quase R$ 5 milhões.
A Superintendente do INSS no Ceará prometeu que vai reabrir a agência do órgão no município de Assaré num prazo de 90 dias. Ela foi fechada há dois anos, gerando muitas queixas dos beneficiários. Em Juazeiro, conforme a chefe da agência, Almerinda Helen Bezerra, uma média de 250 pessoas são atendidas todos os dias num trabalho desenvolvido por 45 funcionários. Nara Regina adiantou que, nos dias 1 e 2 de julho, todas as agências serão fechadas no Cariri para dar seqüência aos programas de capacitação e treinamento dos servidores.
Uma das preocupações é com a uniformização nos procedimentos em relação aos benefícios rurais, além do processo de melhoria da imagem da Previdência. Além das 11 agências, a região do Cariri conta com uma unidade móvel de atendimento, o PREVMóvel indo às cidades que não possuem agências. Nara Regina observa que, de cada dez trabalhadores brasileiros, pelo menos seis estão fora da Previdência por não possuírem carteira assinada ou não serem contribuintes autônomos.
Os números foram apresentados pela superintendente do INSS no Ceará, Nara Regina Martinuzzi, que esteve no Cariri com uma espécie de Superintendência Intinerante. Nas reuniões que promoveu nas 11 agências do Cariri, ela tratou da unificação dos procedimentos e a melhoria na qualidade do atendimento aos caririenses. A gerência executiva do INSS da região jurisdiciona atividades englobando 50 municípios cearenses.
Nessa área, a Previdência Social paga 229.758 benefícios todos os meses, num volume total de recursos da ordem de R$ 64.804.418,99 sendo 72% desse valor pagos em benefícios rurais. Segundo Nara Regina, só na “Terra do Padre Cícero”, o número de beneficiários corresponde a 12% da população. No município de Crato, de acordo com a gerente executiva da Previdência Social, Maria Jesusete de Araújo Leal, são 15.517 benefícios injetando na economia quase R$ 5 milhões.
A Superintendente do INSS no Ceará prometeu que vai reabrir a agência do órgão no município de Assaré num prazo de 90 dias. Ela foi fechada há dois anos, gerando muitas queixas dos beneficiários. Em Juazeiro, conforme a chefe da agência, Almerinda Helen Bezerra, uma média de 250 pessoas são atendidas todos os dias num trabalho desenvolvido por 45 funcionários. Nara Regina adiantou que, nos dias 1 e 2 de julho, todas as agências serão fechadas no Cariri para dar seqüência aos programas de capacitação e treinamento dos servidores.
Uma das preocupações é com a uniformização nos procedimentos em relação aos benefícios rurais, além do processo de melhoria da imagem da Previdência. Além das 11 agências, a região do Cariri conta com uma unidade móvel de atendimento, o PREVMóvel indo às cidades que não possuem agências. Nara Regina observa que, de cada dez trabalhadores brasileiros, pelo menos seis estão fora da Previdência por não possuírem carteira assinada ou não serem contribuintes autônomos.