Depoimento da ex-superintendente do IPM
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Redação
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A ex-superintendente do Instituto de Previdência do Município - IPM de Fortaleza, Rose Mary Freitas Maciel, disse ontem em depoimento à CPI da Câmara Municipal, que apura possíveis irregularidades na aplicação de mais de R$ 25 milhões no extinto Banco Santos, que procedeu dentro da legalidade e atraída pelas taxas vantajosas de rentabilidade.
´Não tenho bola de cristal para saber que o banco iria quebrar. Se soubesse eu não iria entregar 16 milhões e perder todo um trabalho que fiz durante três anos´, afirmou Rose Mary aos membros da CPI.
A ex-superintendente assumiu, juntamente com o seu auxiliar Saulo Moreira Braga, toda a responsabilidade pela decisão de retirar o dinheiro do Banco do Brasil e aplicar no Banco Santos. O último rendimento da aplicação no BB, mês de agosto de 2004, segundo ela, foi de 180 mil reais sendo que 40 mil foram para pagar taxa administrativa.
Depois de feita uma pesquisa de preço com o BB, Caixa Econômica, Banco Rural, BEC, Unibanco, se optou pelo Banco Santos Virtual porque o risco era baixo e cobrava somente 0,2% de taxa de administração. ´Um valor irrisório que daria um lucro vantajoso para a gente´, justificou.
Rose Mary disse também que a aplicação foi legal e baseada na Lei Federal 9717/98 que permite aplicações em bancos oficiais, ou seja, instituições autorizadas pelo Banco Central. Essa aplicação foi comunicada dia 23 de novembro ao Ministério da Previdência que emitiu para a Prefeitura certificado de regularidade previdenciária com validade de 60 dias, até 22 de janeiro de 2005.
Rose Mary disse que ela e uma filha estavam recebendo ameaças de morte depois que foi noticiado que ela sacou da conta do IPM, em dezembro de 2004, na boca do caixa, 120 mil reais. Ela disse que deu queixa na Polícia e está pedindo a fita do banco para provar que na data lá não esteve. O dinheiro, segundo informou, foram 129 mil, depositado na conta do Cetrede que não recolhe ISS por ser uma órgão da UFC.
Rose Mary disse que se estivesse errada o Banco Central, a Embrapa, Usiminas também estariam pois também fizeram depósito no Banco Santos.
´Não tenho bola de cristal para saber que o banco iria quebrar. Se soubesse eu não iria entregar 16 milhões e perder todo um trabalho que fiz durante três anos´, afirmou Rose Mary aos membros da CPI.
A ex-superintendente assumiu, juntamente com o seu auxiliar Saulo Moreira Braga, toda a responsabilidade pela decisão de retirar o dinheiro do Banco do Brasil e aplicar no Banco Santos. O último rendimento da aplicação no BB, mês de agosto de 2004, segundo ela, foi de 180 mil reais sendo que 40 mil foram para pagar taxa administrativa.
Depois de feita uma pesquisa de preço com o BB, Caixa Econômica, Banco Rural, BEC, Unibanco, se optou pelo Banco Santos Virtual porque o risco era baixo e cobrava somente 0,2% de taxa de administração. ´Um valor irrisório que daria um lucro vantajoso para a gente´, justificou.
Rose Mary disse também que a aplicação foi legal e baseada na Lei Federal 9717/98 que permite aplicações em bancos oficiais, ou seja, instituições autorizadas pelo Banco Central. Essa aplicação foi comunicada dia 23 de novembro ao Ministério da Previdência que emitiu para a Prefeitura certificado de regularidade previdenciária com validade de 60 dias, até 22 de janeiro de 2005.
Rose Mary disse que ela e uma filha estavam recebendo ameaças de morte depois que foi noticiado que ela sacou da conta do IPM, em dezembro de 2004, na boca do caixa, 120 mil reais. Ela disse que deu queixa na Polícia e está pedindo a fita do banco para provar que na data lá não esteve. O dinheiro, segundo informou, foram 129 mil, depositado na conta do Cetrede que não recolhe ISS por ser uma órgão da UFC.
Rose Mary disse que se estivesse errada o Banco Central, a Embrapa, Usiminas também estariam pois também fizeram depósito no Banco Santos.