Primeiro cangaceiro foi Jesuíno Brilhante
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Redação
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O Cangaço não foi inventado por Lampião. O primeiro bando de cangaceiros que se tem conhecimento foi o de Jesuíno Alves de Melo Calado, “Jesuíno Brilhante”, que agiu po volta de 1870. O último foi de “Corisco” (Christino Gomes da Silva Cleto), que morreu em 1940. Mas o cangaceiro mais famoso foi, com certeza, Virgulino Ferreira da Silva, o “Lampião”, que atuou durante as décadas de 20 e 30 em praticamente todos os Estados do Nordeste brasileiro.
O movimento foi um fenômeno ocorrido no Nordeste brasileiro de meados do século XIX ao início do século XX. Os cangaceiros eram grupos de homens que desafiavam o poderio dos coronéis: assaltavam fazendas, seqüestravam grandes fazendeiros e saqueavam comboios e armazéns. Não tinham moradia fixa. Viviam viajando pelo sertão, praticando crimes, fugindo e se escondendo.
Os cangaceiros conheciam a Caatinga e o território nordestino como ninguém, e por isso, era difícil a captura pelas autoridades. Estavam sempre preparados para enfrentar todo o tipo de situação. Conheciam as plantas medicinais, as fontes de água, locais com alimento, rotas de fuga e lugares de difícil acesso.
No sertão do Nordeste, de Sergipe ao Ceará, os anos de 1925 a 1938 marcam o apogeu do Cangaço, dos bandos armados organizados que não conheciam outra lei senão a de seus próprios chefes. É o tempo das lutas entre cangaceiros e macacos (policiais). Roubo de terras, assassinatos, abuso de poder.
No sertão, o coronel (latifundiário) é quem decidia sobre homens e coisas. Era o chefe, juiz, delegado. Suas vontades eram sentenças. Sem perigo de sanções, usavam a violência para aumentar seu domínio. Seu instrumento era o jagunço, protegido e protetor. (A.V.)
O movimento foi um fenômeno ocorrido no Nordeste brasileiro de meados do século XIX ao início do século XX. Os cangaceiros eram grupos de homens que desafiavam o poderio dos coronéis: assaltavam fazendas, seqüestravam grandes fazendeiros e saqueavam comboios e armazéns. Não tinham moradia fixa. Viviam viajando pelo sertão, praticando crimes, fugindo e se escondendo.
Os cangaceiros conheciam a Caatinga e o território nordestino como ninguém, e por isso, era difícil a captura pelas autoridades. Estavam sempre preparados para enfrentar todo o tipo de situação. Conheciam as plantas medicinais, as fontes de água, locais com alimento, rotas de fuga e lugares de difícil acesso.
No sertão do Nordeste, de Sergipe ao Ceará, os anos de 1925 a 1938 marcam o apogeu do Cangaço, dos bandos armados organizados que não conheciam outra lei senão a de seus próprios chefes. É o tempo das lutas entre cangaceiros e macacos (policiais). Roubo de terras, assassinatos, abuso de poder.
No sertão, o coronel (latifundiário) é quem decidia sobre homens e coisas. Era o chefe, juiz, delegado. Suas vontades eram sentenças. Sem perigo de sanções, usavam a violência para aumentar seu domínio. Seu instrumento era o jagunço, protegido e protetor. (A.V.)