População reclama do fechamento de escolas
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Redação
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Crato (Sucursal) — Das 70 escolas do município, mantidas pela prefeitura, cerca de 20 poderão ser fechadas. Alunos, professores e funcionários serão remanejados para outras unidades que ofereçam melhor qualidade de ensino. Projeto de lei nesse sentido será elaborado pela Prefeitura do Crato, após recadastramento das escolas municipais. Ainda está indefinida a data para envio da mensagem prefeitural à Câmara de Vereadores.
Para garantir a viabilidade da mudança, a Secretaria de Educação informa que vai garantir transporte com segurança para a unidade escolar mais próxima do aluno. A medida está fundamentada na resolução 396/2005, que dispõe sobre a nucleação de escolas públicas estaduais e municipais com o objetivo de reorganizar a distribuição de unidades que, em alguns casos, foi feita para atender a critérios políticos. Algumas delas, segundo a secretária de Educação do Crato, Fabíola Alencar, não dispõem das mínimas condições de funcionamento.
Antes mesmo da conclusão de cadastramento das escolas, professores alunos, funcionários e pais de alunos estão protestando contra a possível modificação. A diretora da Escola João Paulo II, da Vila Guilherme, argumenta que os pais não concordam com o remanejamento dos alunos. Ela diz que a prefeitura não oferece transporte escolar com segurança. “É um risco de vida colocar criança nos transportes escolares, a maioria caminhonetas que não atendes às exigências de segurança”, adverte.
Apesar da escola estar localizada nas proximidades de um lixão, que vem sendo objeto de reclamação por parte da comunidade, a maioria dos moradores não concorda com o fechamento da unidade escolar que funciona há mais de 20 anos. O agricultor Lucas da Silva, residente na Vila, diz que “essa tal de nucleação” vai complicar a vida dos moradores que estão sendo obrigados a transportar os filhos de bicicleta para o sitio Malhada, a mais de seis quilômetros de distância.
O mesmo drama está sendo vivido pela comunidade do sítio Cachoeira dos Gonçalves, a 40 quilômetros da sede do Crato. Ao receberem o comunicado de que a Escola Vicente Gonçalves será desativada, os moradores subscreveram um abaixo assinado, pedindo a permanência da unidade. A comunidade tem um argumento mais forte: a próxima escola fica no distrito de Dom Quintino, a cerca de 15 quilômetros de distância, a maioria de estrada de terra acidentada.
A secretaria Fabíola Alencar esclarece que o assunto está sendo discutido como a comunidade. O projeto será debatido na Câmara Municipal e, se aprovado, sancionado pelo prefeito. Ela reafirma que o objetivo é oferecer ao aluno uma escola de qualidade com diretor, supervisor escolar, orientação pedagógica, professores com habilitação específica de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. “Além da preocupação com a estrutura organizacional da escola, busca-se manter o compromisso assumido junto aos pais, de prestar a assistência necessária ao aluno, inclusive merenda escolar”, garante a secretária.
O remanejamento, segundo ela, vai possibilitar aos alunos a integração com colegas de outras regiões do município, oportuniza aos alunos a participação em eventos culturais e esportivos, ampliando sua visão de mundo, viabiliza o acesso dos alunos aos recursos tecnológicos, subsidia o professor com equipe de apoio, capacitação, materiais didáticos e recursos tecnológicos.
“O governo municipal também deve desenvolver ações que melhorem a formação e a habilitação de seus professores, tais como treinamento, realização de cursos, edição de revistas e cadernos pedagógicos. Enfim, estamos otimizando o ensino e levando a secretaria para dentro da escola”, justifica.
Para garantir a viabilidade da mudança, a Secretaria de Educação informa que vai garantir transporte com segurança para a unidade escolar mais próxima do aluno. A medida está fundamentada na resolução 396/2005, que dispõe sobre a nucleação de escolas públicas estaduais e municipais com o objetivo de reorganizar a distribuição de unidades que, em alguns casos, foi feita para atender a critérios políticos. Algumas delas, segundo a secretária de Educação do Crato, Fabíola Alencar, não dispõem das mínimas condições de funcionamento.
Antes mesmo da conclusão de cadastramento das escolas, professores alunos, funcionários e pais de alunos estão protestando contra a possível modificação. A diretora da Escola João Paulo II, da Vila Guilherme, argumenta que os pais não concordam com o remanejamento dos alunos. Ela diz que a prefeitura não oferece transporte escolar com segurança. “É um risco de vida colocar criança nos transportes escolares, a maioria caminhonetas que não atendes às exigências de segurança”, adverte.
Apesar da escola estar localizada nas proximidades de um lixão, que vem sendo objeto de reclamação por parte da comunidade, a maioria dos moradores não concorda com o fechamento da unidade escolar que funciona há mais de 20 anos. O agricultor Lucas da Silva, residente na Vila, diz que “essa tal de nucleação” vai complicar a vida dos moradores que estão sendo obrigados a transportar os filhos de bicicleta para o sitio Malhada, a mais de seis quilômetros de distância.
O mesmo drama está sendo vivido pela comunidade do sítio Cachoeira dos Gonçalves, a 40 quilômetros da sede do Crato. Ao receberem o comunicado de que a Escola Vicente Gonçalves será desativada, os moradores subscreveram um abaixo assinado, pedindo a permanência da unidade. A comunidade tem um argumento mais forte: a próxima escola fica no distrito de Dom Quintino, a cerca de 15 quilômetros de distância, a maioria de estrada de terra acidentada.
A secretaria Fabíola Alencar esclarece que o assunto está sendo discutido como a comunidade. O projeto será debatido na Câmara Municipal e, se aprovado, sancionado pelo prefeito. Ela reafirma que o objetivo é oferecer ao aluno uma escola de qualidade com diretor, supervisor escolar, orientação pedagógica, professores com habilitação específica de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. “Além da preocupação com a estrutura organizacional da escola, busca-se manter o compromisso assumido junto aos pais, de prestar a assistência necessária ao aluno, inclusive merenda escolar”, garante a secretária.
O remanejamento, segundo ela, vai possibilitar aos alunos a integração com colegas de outras regiões do município, oportuniza aos alunos a participação em eventos culturais e esportivos, ampliando sua visão de mundo, viabiliza o acesso dos alunos aos recursos tecnológicos, subsidia o professor com equipe de apoio, capacitação, materiais didáticos e recursos tecnológicos.
“O governo municipal também deve desenvolver ações que melhorem a formação e a habilitação de seus professores, tais como treinamento, realização de cursos, edição de revistas e cadernos pedagógicos. Enfim, estamos otimizando o ensino e levando a secretaria para dentro da escola”, justifica.