Escolas de Ocara têm aulas suspensas por problemas causados pelas chuvas

Das 19 escolas do Município, duas delas, localizadas na zona rural, tiveram as aulas suspensas

Legenda: Duas escolas dos distritos de Foveira e 6 Carnaúba, em Ocara, têm aulas suspensas.
Foto: Foto: VC Repórter

Os alunos das escolas de ensino fundamental Pedro da Costa Gomes, no distrito de Foveira, e Raimundo Lopes Braveza, em 6 Carnaúba, ambos localizados no Município de Ocara, região Norte do Estado, não puderam ir à aula nesta segunda-feira (1). O motivo é que o caminho que liga estas comunidades até as escolas está com um buraco que ocupa mais da metade da estrada de terra. 

Ao tentar realizar o percurso que os lavariam às aulas, o ônibus atolou e as crianças retornaram para suas casas. “A comunidade se reuniu e paramos as aulas. Está um perigo horrível. A gente não deixa mais os ônibus passarem porque estava arriscando a vida de um monte de crianças. Nós nos reunimos e pedimos para parar porque não tem condições de as crianças irem”, revela uma das mães da comunidade, que não quis se identificar.  

 

Paradas 

Desde a semana passada as aulas nas duas escolas citadas estão suspensas. Segundo a secretária de Educação do Município, Raquel Lopes, a suspensão será estendida para ao longo desta semana. As demais escolas, 17 no total, continuam com as aulas normais

“Devido a essa instabilidade das estradas, que está gerando insegurança nas mães, nós precisamos zelar pela segurança dessas crianças. Visando tudo isso fizemos uma reunião com todos os professores e suspendemos as aulas durante uma semana. Já foi estruturado um plano de recuperação das aulas, que serão repostas aos sábados”, explica a secretária de educação.

Sobre o conserto das estradas, Márcio Moreira, secretário de Infraestrutura de Ocara, adverte que a gestão está atento à situação. “Estamos revisando nossas máquinas e demandamos um pessoal para olhar o local. Lá está muito molhado e não tem como a gente fazer o conserto. Não há condições de fazer a manutenção da estrada por causa das chuvas. Estamos esperando o tempo estiar para começarmos reformas paliativas”, concluiu. 


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