Amigo e familiares no avião
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Redação
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Depois de muita resistência o Governo do Estado forneceu à Assembléia Legislativa a relação da comitiva que acompanhou o governador Cid Gomes (PSB) em viagem à Europa. A bordo do jato fretado, cuja locação custou aos cofres públicos a quantia de R$ 388 mil, também estavam a primeira-dama do Estado, Maria Célia Habib, o secretário de Turismo, Bismarck Maia, e o assessor Valdir Fernandes, com as respectivas esposas, Gláucia Maia e Samara Dias. Ainda integrava a mesma comitiva a sogra de Cid Gomes, Pauline Carol Habib.
As informações haviam sido solicitadas pelo deputado Heitor Férrer (PDT), em requerimento aprovado pelo plenário da Assembléia, no último dia 20 de fevereiro, e encaminhado ao Governo do Estado uma semana depois.
O documento requeria detalhes do custo do fretamento da aeronave, o percurso, quais as atividades desenvolvidas por Cid voltadas para atrair investimentos para o Estado, e por último quem integrava a comitiva. A relação dos nomes foi divulgada quase dois meses depois, através de ofício encaminhado pelo secretário chefe da Casa Civil, Arialdo Pinho, datado da última terça-feira. Os dados foram revelados na sessão de ontem, em pronunciamento do líder do Governo, deputado Nelson Martins (PT).
A utilização de recursos públicos para fretamento de aeronave, que serviu também para transporte de pessoas sem vínculo com o Estado, pode custar caro não só ao erário, mas também aos que integraram a comitiva. Além de questionar o gasto com a locação do jato, o parlamentar diz que as esposas dos assessores e a sogra de Cid não poderiam ser favorecidas com a viagem oficial. Férrer avisou que pode encaminhar uma representação ao Ministério Público contra Cid e assessores, por crime de improbidade administrativa, previsto na Lei 8429, de junho de 1992.
As informações haviam sido solicitadas pelo deputado Heitor Férrer (PDT), em requerimento aprovado pelo plenário da Assembléia, no último dia 20 de fevereiro, e encaminhado ao Governo do Estado uma semana depois.
O documento requeria detalhes do custo do fretamento da aeronave, o percurso, quais as atividades desenvolvidas por Cid voltadas para atrair investimentos para o Estado, e por último quem integrava a comitiva. A relação dos nomes foi divulgada quase dois meses depois, através de ofício encaminhado pelo secretário chefe da Casa Civil, Arialdo Pinho, datado da última terça-feira. Os dados foram revelados na sessão de ontem, em pronunciamento do líder do Governo, deputado Nelson Martins (PT).
A utilização de recursos públicos para fretamento de aeronave, que serviu também para transporte de pessoas sem vínculo com o Estado, pode custar caro não só ao erário, mas também aos que integraram a comitiva. Além de questionar o gasto com a locação do jato, o parlamentar diz que as esposas dos assessores e a sogra de Cid não poderiam ser favorecidas com a viagem oficial. Férrer avisou que pode encaminhar uma representação ao Ministério Público contra Cid e assessores, por crime de improbidade administrativa, previsto na Lei 8429, de junho de 1992.