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Refis de dívidas anteriores não alivia problema de caixa atual, avaliam setores

Pacote de socorro fiscal anunciado ontem (22) pela Prefeitura não reduz pressão sobre o caixa de estabelecimentos de serviços

Escrito por Yohanna Pinheiro producaodiario@svm.com.br
23 de Março de 2021 - 11:00 (Atualizado às 13:53)
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Legenda: Entre as empresas beneficiadas pela lei estão hotéis, cinemas, casas noturnas, casas de shows, eventos e espetáculos, entre outras
Foto: Nilton Alves

O pacote de alívio fiscal anunciado ontem (22) pela Prefeitura de Fortaleza, que, entre outras medidas, prevê o refinanciamento de dívidas anteriores a 2021, foi avaliado como "muito modesto" pela rede hoteleira e outros estabelecimentos de serviços da Capital.

O problema, segundo Régis Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Ceará (ABIH-CE), é que as medidas não aliviam a pressão para as empresas neste momento de segundo lockdown.

Diferentemente do ano passado, quando as primeiras medidas de suspensão das atividades vieram após os hotéis terem bons resultados com a alta estação de dezembro a fevereiro, e portanto mais fluxo de caixa, um ano depois a situação se deteriorou.

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