Comunidade do Dendê desperta para profissionalização
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Depois de trabalhar 10 anos com vendas e estar desempregada por período semelhante, a agora artesã Maria Aparecida Félix encontrou uma nova oportunidade de negócio após participar de cursos promovidos pela Divisão de Programas Sociais da Vice-Reitoria de Extensão da Unifor.
Na Comunidade do Dendê, onde mora, Aparecida está satisfeita em ter o próprio dinheiro e poder ajudar na renda familiar. Seu próximo passo é montar uma lojinha em casa para vender velas, sabonetes, bijuterias, produtos que estão sendo comercializados no estande montado no Mundo Unifor.
No local, 22 integrantes do curso não só estão comercializando, mas também produzindo. Mulheres inscritas no curso de manicure fazem gratuitamente unhas de alunas e funcionárias, de manhã e à tarde.
Na opinião do presidente da Associação dos Moradores do Bairro Água Fria - Comunidade Dendê (Ambaf), Raimundo Severo da Silva, a história de Aparecida Félix se confunde com a de 1.700 pessoas que já fizeram cursos profissionalizantes e de artes promovidos pela Unifor no Dendê, desde 2001. Na comunidade há 25 mil moradores.
“É uma oportunidade única estar aqui. Estamos fazendo contatos, anotando encomendas, mostrando o trabalho”, comemora Raimundo Severo.
Para a artesã Aparecida Félix, sua vida mudou após os cursos. “Antes eu ficava esperando meu marido dar alguma coisa. Agora não. Compro minhas coisas e ajudo em casa quando precisa”, diz, acrescentando que está adquirindo equipamentos para montar uma lojinha em casa.
De acordo com Raimundo Severo, aos poucos o perfil daquela comunidade está se transformando. “Há pessoas que trabalham em casa, vendem detergente caseiro, fazem unha. A procura é imensa”, observa o presidente da Associação dos Moradores.
Na opinião do coordenador da Divisão de Programas Sociais da Unifor, Vicente de Paulo Pereira, dessa forma a Universidade cumpre seu papel social, capacitando a comunidade, estimulando a formação de cooperativas (inclusive financeiramente) e formando multiplicadores. “Isso melhora a qualidade de vida. E aqui, no Mundo Unifor, eles estão tendo visibilidade e mostrando sua potencialidade”, diz o coordenador.
Para o professor, isso prova que a comunidade tem condições de melhorar sua condição de vida, basta dar oportunidade. “Estimular o aluno nesse processo o aproxima de questões sociais. É um trabalho humano e de alto alcance social”, acredita Vicente Pereira.
Na Comunidade do Dendê, onde mora, Aparecida está satisfeita em ter o próprio dinheiro e poder ajudar na renda familiar. Seu próximo passo é montar uma lojinha em casa para vender velas, sabonetes, bijuterias, produtos que estão sendo comercializados no estande montado no Mundo Unifor.
No local, 22 integrantes do curso não só estão comercializando, mas também produzindo. Mulheres inscritas no curso de manicure fazem gratuitamente unhas de alunas e funcionárias, de manhã e à tarde.
Na opinião do presidente da Associação dos Moradores do Bairro Água Fria - Comunidade Dendê (Ambaf), Raimundo Severo da Silva, a história de Aparecida Félix se confunde com a de 1.700 pessoas que já fizeram cursos profissionalizantes e de artes promovidos pela Unifor no Dendê, desde 2001. Na comunidade há 25 mil moradores.
“É uma oportunidade única estar aqui. Estamos fazendo contatos, anotando encomendas, mostrando o trabalho”, comemora Raimundo Severo.
Para a artesã Aparecida Félix, sua vida mudou após os cursos. “Antes eu ficava esperando meu marido dar alguma coisa. Agora não. Compro minhas coisas e ajudo em casa quando precisa”, diz, acrescentando que está adquirindo equipamentos para montar uma lojinha em casa.
De acordo com Raimundo Severo, aos poucos o perfil daquela comunidade está se transformando. “Há pessoas que trabalham em casa, vendem detergente caseiro, fazem unha. A procura é imensa”, observa o presidente da Associação dos Moradores.
Na opinião do coordenador da Divisão de Programas Sociais da Unifor, Vicente de Paulo Pereira, dessa forma a Universidade cumpre seu papel social, capacitando a comunidade, estimulando a formação de cooperativas (inclusive financeiramente) e formando multiplicadores. “Isso melhora a qualidade de vida. E aqui, no Mundo Unifor, eles estão tendo visibilidade e mostrando sua potencialidade”, diz o coordenador.
Para o professor, isso prova que a comunidade tem condições de melhorar sua condição de vida, basta dar oportunidade. “Estimular o aluno nesse processo o aproxima de questões sociais. É um trabalho humano e de alto alcance social”, acredita Vicente Pereira.