Cineasta realizou primeiro filme em 1986
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Quixadá. O cineasta Antônio Rosemberg de Moura, de nome artístico Rosemberg Cariry, realizou o seu primeiro longa-metragem em 1986. Foi o documentário “A Irmandade da Santa Cruz do Deserto”. O filme foi premiado nacionalmente e recebeu convite para participar de festivais em Portugal e Cuba.
A partir de 1987, Rosemberg Cariry foi contratado pela Televisão Verdes Mares para produzir programas culturais e realizar documentários sobre a história e as artes da região Nordeste do Brasil.
Em 1993, quando a produção de cinema no País havia entrado em completo colapso, ainda como cineasta independente, filmou seu segundo longa-metragem, chamado de “A Saga do Guerreiro Alumioso” (ficção). A obra ganhou os prêmios de Melhor Filme do Júri Popular, Melhor Ator e de Melhor Ator Coadjuvante durante o XXVI Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Dois anos depois, Rosemberg Cariry conquistou o Prêmio da Retomada do Cinema Brasileiro, em concurso realizado pelo Ministério da Cultura e pôde começar a produção do seu terceiro filme de longa-metragem, também ficção, que se chamou “Corisco e Dadá”.
O cineasta obteve inúmeros prêmios no Brasil e no exterior, notadamente o Prêmio do Grande Coral ( 3º lugar), em Havana (Cuba), e o Prêmio Cittá del Vasto (Adventure Film Festival), na Itália.
A partir do ano de 1999, ele realizou alguns filmes: “A TV e o Ser-Tao”; “Pedro Oliveira - O Cego que viu o Mar” (curta metragem - Prêmio GNT de Renovação de Linguagem); e um filme documentário de longa metragem chamado “Juazeiro - A Nova Jerusalém”.
Em 2000 e 2001, idealizou e foi curador, em Fortaleza, do projeto Natal da Gente, grande encontro das manifestações artísticas populares do ciclo natalino de todo o Nordeste. Em 2001, produziu e dirigiu o filme de longa-metragem “Lua Cambará - Nas Escadarias do Palácio”, finalizado em 2002.
Em 2003, Cariry iniciou “Cine Tapuia”, filme de longa-metragem que narra as aventuras e desventuras do Cego Araquém e da sua filha Iracema, cinemeiros ambulantes que vagam pelo sertão projetando fragmentos de velhos filmes sobre a história e a cultura do Ceará. Em 2007, realizou o longa-metragem documentário “Patativa do Assaré - Ave Poesia”, que teve estréia no Festival de Cinema Latino Americano - Cine Ceará, conquistando o prêmio BNB pelo enfoque da cultura da região.
A partir de 1987, Rosemberg Cariry foi contratado pela Televisão Verdes Mares para produzir programas culturais e realizar documentários sobre a história e as artes da região Nordeste do Brasil.
Em 1993, quando a produção de cinema no País havia entrado em completo colapso, ainda como cineasta independente, filmou seu segundo longa-metragem, chamado de “A Saga do Guerreiro Alumioso” (ficção). A obra ganhou os prêmios de Melhor Filme do Júri Popular, Melhor Ator e de Melhor Ator Coadjuvante durante o XXVI Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Dois anos depois, Rosemberg Cariry conquistou o Prêmio da Retomada do Cinema Brasileiro, em concurso realizado pelo Ministério da Cultura e pôde começar a produção do seu terceiro filme de longa-metragem, também ficção, que se chamou “Corisco e Dadá”.
O cineasta obteve inúmeros prêmios no Brasil e no exterior, notadamente o Prêmio do Grande Coral ( 3º lugar), em Havana (Cuba), e o Prêmio Cittá del Vasto (Adventure Film Festival), na Itália.
A partir do ano de 1999, ele realizou alguns filmes: “A TV e o Ser-Tao”; “Pedro Oliveira - O Cego que viu o Mar” (curta metragem - Prêmio GNT de Renovação de Linguagem); e um filme documentário de longa metragem chamado “Juazeiro - A Nova Jerusalém”.
Em 2000 e 2001, idealizou e foi curador, em Fortaleza, do projeto Natal da Gente, grande encontro das manifestações artísticas populares do ciclo natalino de todo o Nordeste. Em 2001, produziu e dirigiu o filme de longa-metragem “Lua Cambará - Nas Escadarias do Palácio”, finalizado em 2002.
Em 2003, Cariry iniciou “Cine Tapuia”, filme de longa-metragem que narra as aventuras e desventuras do Cego Araquém e da sua filha Iracema, cinemeiros ambulantes que vagam pelo sertão projetando fragmentos de velhos filmes sobre a história e a cultura do Ceará. Em 2007, realizou o longa-metragem documentário “Patativa do Assaré - Ave Poesia”, que teve estréia no Festival de Cinema Latino Americano - Cine Ceará, conquistando o prêmio BNB pelo enfoque da cultura da região.