Sarto se reúne com prefeitos para debater criação de consórcio para compra de vacinas contra Covid

O chefe do executivo municipal informou que conversou com o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Jonas Donizette

Sarto
Legenda: Sarto destacou, na publicação, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou estados e municípios a comprarem vacinas
Foto: José Leomar

O prefeito de Fortaleza, Sarto Nogueira, divulgou, neste domingo (28), que irá participar de uma reunião com prefeitos de outros municípios brasileiros para discutir a criação de um consórcio público para a aquisição direto do laboratório de vacinas contra a Covid-19. O chefe do executivo municipal informou que conversou com o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Jonas Donizette, e o primeiro encontro ocorrerá nesta segunda-feira (1º), de forma remota.

 

O anúncio foi feito nas redes sociais do prefeito. Sarto destacou, na publicação, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou estados e municípios a comprarem vacinas "quando houver descumprimento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) pelo Governo Federal ou em caso de insuficiência de doses previstas para imunizar a população".

Reprodução do facebook do Sarto Nogueira que fala sobre consórcio de vacinas
Legenda: Prefeito de Fortaleza anunciou a reunião para debater consórcio em post nas redes sociais
Foto: Reprodução

"A vacinação da nossa gente é prioridade da Prefeitura de Fortaleza e nossas equipes de saúde têm feito todo o esforço para cumprir o Plano de Imunização. Tenho acompanhado todo esse processo de perto e estamos todos empenhados em garantir o sucesso desse trabalho", frisa o prefeito. 

Em nota técnica, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) defende que apesar de ser essencial continuar apostando no Plano Nacional de Imunizações (PNI), é urgente a necessidade de acelerar as vacinações. 

"Assim, o consórcio público se apresenta como a melhor possibilidade para compra de vacinas de forma coletiva, tanto pelo ganho de escala, como para evitar uma caótica competição federativa, que poderá ser prejudicial ao processo", diz texto do FNP.

Proposta 

Segundo a FNP, o consórcio seria 'multifinalitário', com missão de adquirir vacinas, medicamentos e insumos. Equipe técnica da Frente seria disponibilizada para os trabalhos junto aos laboratórios internacionais. A colaboração seria um "enorme" instrumento de combate à pandemia, segundo a organização. 

 

 

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