Luizianne e Moroni trocam acusações
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Redação
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O acirramento entre as candidaturas de Luizianne Lins (PT) e Moroni Torgan (PFL) à Prefeitura de Fortaleza foi a forte tônica do debate promovido, no final da manhã ontem, pela TV Jangadeiro. Durante duas horas, os candidatos estiveram debatendo, além de suas propostas para a administração municipal, posições polêmicas envolvendo ambas as candidaturas em disputa. Do lado de fora do Teatro Nadir Papi Saboya, de onde foi transmitido o debate, militantes das coligações Fortaleza Amada (PT/PSB) e Liberta Fortaleza (PFL/PAN/PTC) animaram um outro embate. Depois do debate da Jangadeiro, a assessoria de Luizianne comunicou que ela não participaria do debate da TV Cidade que seria ontem à noite.
Os candidatos repetiram as táticas anteriores dos outros debates, com insinuações sobre apoiamentos políticos, notadamente de Juraci Magalhães e seus aliados. Moroni acusou Luizianne de ser apoiada por Juraci, o que ela negou, insinuando que quem tem o apoio do prefeito é Moroni com a participação em sua campanha de Carlomano Marques, segundo ela o maior defensor de Sérgio Benevides e de Carlos Mesquita. Moroni ao retrucar disse que ´os três mosqueteiros de Juraci: Nelba Fortaleza, Walter Cavalcante e Terezinha de Jesus´ estavam com a candidata petista.
Luizianne Lins leu trechos de um artigo escrito pela jornalista Adísia Sá, no qual é citado o senador Tasso Jereissati (PSDB) afirmando que existem pessoas engajadas na campanha de Moroni que estiveram envolvidas em esquemas de tortura. A petista disse ainda que essa pessoa era o coordenador geral da campanha do PFL em Fortaleza, Edgar Fuques, que teria inclusive sido citado no livro Brasil: Tortura Nunca Mais.
Em reposta à intervenção da petista, Moroni Torgan chamou Luizianne Lins de ´porta-voz de Tasso Jereissati´, criticando a concorrente por resgatar tais fatos passados. Segundo ele, todo crime deve ser apurado, independente de quem o tenha cometido. Moroni disse ainda que iria investigar se o nome de Edgar Fuques estava mesmo citado no livro, adiantando que, caso não estivesse, iria tomar as ´devidas providências´.
Em entrevista concedida ao final do debate, Luizianne mostrou trecho, não do livro citado, mas do Dossiê dos Mortos e Desaparecidos Políticos a Partir de 1964, onde Fuques foi citado. Já Moroni, também após o debate, anunciou que Fuques está com problemas de saúde, o que não permite que ele desenvolva plenamente a função de coordenador geral da campanha. O candidato do PFL apresentou à imprensa Robinson de Castro e Silva, como coordenador geral.
Avaliando sua participação no debate, Moroni Torgan lamentou o acirramento mantido com Luizianne Lins, atribuindo à concorrente a responsabilidade pelo ocorrido. Ele anunciou para hoje a vinda do prefeito reeleito do Rio de Janeiro, César Maia, para ajudar na sua campanha. Luizianne Lins disse que estava apenas se defendo dos ataques que tem recebido, por parte de Moroni, desde o primeiro dia de veiculação da propaganda eleitoral.
Os candidatos repetiram as táticas anteriores dos outros debates, com insinuações sobre apoiamentos políticos, notadamente de Juraci Magalhães e seus aliados. Moroni acusou Luizianne de ser apoiada por Juraci, o que ela negou, insinuando que quem tem o apoio do prefeito é Moroni com a participação em sua campanha de Carlomano Marques, segundo ela o maior defensor de Sérgio Benevides e de Carlos Mesquita. Moroni ao retrucar disse que ´os três mosqueteiros de Juraci: Nelba Fortaleza, Walter Cavalcante e Terezinha de Jesus´ estavam com a candidata petista.
Luizianne Lins leu trechos de um artigo escrito pela jornalista Adísia Sá, no qual é citado o senador Tasso Jereissati (PSDB) afirmando que existem pessoas engajadas na campanha de Moroni que estiveram envolvidas em esquemas de tortura. A petista disse ainda que essa pessoa era o coordenador geral da campanha do PFL em Fortaleza, Edgar Fuques, que teria inclusive sido citado no livro Brasil: Tortura Nunca Mais.
Em reposta à intervenção da petista, Moroni Torgan chamou Luizianne Lins de ´porta-voz de Tasso Jereissati´, criticando a concorrente por resgatar tais fatos passados. Segundo ele, todo crime deve ser apurado, independente de quem o tenha cometido. Moroni disse ainda que iria investigar se o nome de Edgar Fuques estava mesmo citado no livro, adiantando que, caso não estivesse, iria tomar as ´devidas providências´.
Em entrevista concedida ao final do debate, Luizianne mostrou trecho, não do livro citado, mas do Dossiê dos Mortos e Desaparecidos Políticos a Partir de 1964, onde Fuques foi citado. Já Moroni, também após o debate, anunciou que Fuques está com problemas de saúde, o que não permite que ele desenvolva plenamente a função de coordenador geral da campanha. O candidato do PFL apresentou à imprensa Robinson de Castro e Silva, como coordenador geral.
Avaliando sua participação no debate, Moroni Torgan lamentou o acirramento mantido com Luizianne Lins, atribuindo à concorrente a responsabilidade pelo ocorrido. Ele anunciou para hoje a vinda do prefeito reeleito do Rio de Janeiro, César Maia, para ajudar na sua campanha. Luizianne Lins disse que estava apenas se defendo dos ataques que tem recebido, por parte de Moroni, desde o primeiro dia de veiculação da propaganda eleitoral.