Liberação de vídeo de reunião ministerial repercute entre políticos brasileiros

Lideranças políticas e parlamentares do País se posicionaram a respeito de falas do presidente Bolsonaro e ministros no vídeo liberado pelo STF

Legenda: Reunião aconteceu no último dia 22 de abril
Foto: Marcos Corrêa/PR

Após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, autorizar a divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, políticos e pessoas públicas do País se manifestaram sobre o assunto. 

Falas da reunião foram denunciadas pelo ex-ministro Sergio Moro ao sair do Governo, que afirmou que o presidente Bolsonaro havia tentado interferir politicamente na Polícia Federal.

A transcrição da íntegra da reunião foi disponibilizada pelo STF.

Veja trechos da reunião:

> Tem que vender essa p**** logo, diz Guedes sobre Banco do Brasil
> Em vídeo, ministro da Educação ataca STF: 'Botava esses vagabundos todos na cadeia'
> Liberação de vídeo de reunião ministerial repercute entre políticos brasileiros
> Bolsonaro reage a vídeo e diz que não há referência à interferência na PF
> 'Estamos pedindo inclusive a prisão de alguns governadores', diz Damares em reunião ministerial

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), citado por Bolsonaro em um dos trechos da reunião, reagiu afirmando que o "Brasil está atônito" com o conteúdo da reunião.

O governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB) disse que o vídeo "revela um repertório inacreditável de crimes".

Carla Zambelli (PSL), deputada federal pelo estado de São Paulo, também citada no depoimento de Moro, indagou se o presidente estaria errado ao defender o armamento da população na reunião.

Randolfe Rodrigues (Rede), senador do Amapá, questionou a reunião em plena pandemia sem nenhum plano de ações. "O Brasil está sem Presidente, e não vai aguentar o pós-pandemia", afirmou. 

O senador da República pelo Espírito Santo, Fabiano Contarato (Rede), criticou a nota do general Heleno e se referiu à Bolsonaro como "viúvo da ditadura".


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