Depoimento do ex-secretário de Segurança
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Redação
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A Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI em funcionamento na Assembléia Legislativa para apurar as atividades de grupos de extermínio no Ceará, ontem, em caráter sigiloso, tomou os depoimentos dos delegados federais Wilson Nascimento, ex-secretário de Segurança Pública do Ceará, e Luís Wagner Mota Sales, que preside o inquérito sobre as mortes de pessoas ligadas à exportação de lagosta.
Os deputados aprovaram requerimento do deputado José Guimarães (PT) convidando o promotor de justiça Pedro Olímpio a depor e solicitando à Procuradoria Geral de Justiça cópia do processo ´Guerra da Lagosta´ onde foi apurado o assassinato do empresário Cláudio Augusto Kmentt Bezerra.
NADA A DECLARAR - O relator da CPI, deputado Paulo Duarte (PSDB), disse que o convite ao delegado Wilson Nascimento se deu porque ele quando superintendente da Polícia Federal no Ceará iniciou o processo de investigação das atividades de segurança exercidas pelo grupo comandado pelo major Ernane de Castro. E, quando secretário de Segurança Pública, teve o nome ventilado como amigo de alguns ´justiceiros´. O deputado Delegado Cavalcante, que ainda não tinha comparecido às reuniões da CPI, ontem estava lá.
Nem Wilson Nascimento e nem Luís Wagner quiseram falar com a imprensa sobre o que teriam a dizer aos membros da CPI. Wilson Nascimento disse que quando assumiu a Secretaria de Segurança o processo de investigação do grupo de extermínio das farmácias Pague Menos correu em segredo de justiça. Já Luís Wagner afirmou que queria primeiro se inteirar do que os deputados queriam saber.
ADITAMENTO - Compareceram ontem à reunião da CPI os deputados Manoel de Castro, Paulo Duarte, José Guimarães, Ronaldo Martins, Marcelo Sobreira, Pedro Uchoa e Delegado Cavalcante. O presidente Manoel de Castro comunicou que o Diário Oficial do Estado publicou na edição do último dia sete o aditamento ampliando os trabalhos da Comissão Parlamentar que foi constituída, inicialmente, para apurar exclusivamente o envolvimento de policiais militares na prática de crimes de extermínio a assaltantes das farmácias Pague Menos de Fortaleza.
O aditamento aprovado em plenário ampliou os trabalhos da CPI para apurar os seguintes fatos determinados: 1) Assassinatos cometidos contra mulheres na Região do Cariri; 2) Crimes praticados contra empresários da atividade lagosteira; 3) Atividade de grupos de extermínio nas ocupações irregulares de imóveis urbanos. A CPI recebe denúncias sobre esses crimes até o dia 15 de maio próximo.
Os deputados aprovaram requerimento do deputado José Guimarães (PT) convidando o promotor de justiça Pedro Olímpio a depor e solicitando à Procuradoria Geral de Justiça cópia do processo ´Guerra da Lagosta´ onde foi apurado o assassinato do empresário Cláudio Augusto Kmentt Bezerra.
NADA A DECLARAR - O relator da CPI, deputado Paulo Duarte (PSDB), disse que o convite ao delegado Wilson Nascimento se deu porque ele quando superintendente da Polícia Federal no Ceará iniciou o processo de investigação das atividades de segurança exercidas pelo grupo comandado pelo major Ernane de Castro. E, quando secretário de Segurança Pública, teve o nome ventilado como amigo de alguns ´justiceiros´. O deputado Delegado Cavalcante, que ainda não tinha comparecido às reuniões da CPI, ontem estava lá.
Nem Wilson Nascimento e nem Luís Wagner quiseram falar com a imprensa sobre o que teriam a dizer aos membros da CPI. Wilson Nascimento disse que quando assumiu a Secretaria de Segurança o processo de investigação do grupo de extermínio das farmácias Pague Menos correu em segredo de justiça. Já Luís Wagner afirmou que queria primeiro se inteirar do que os deputados queriam saber.
ADITAMENTO - Compareceram ontem à reunião da CPI os deputados Manoel de Castro, Paulo Duarte, José Guimarães, Ronaldo Martins, Marcelo Sobreira, Pedro Uchoa e Delegado Cavalcante. O presidente Manoel de Castro comunicou que o Diário Oficial do Estado publicou na edição do último dia sete o aditamento ampliando os trabalhos da Comissão Parlamentar que foi constituída, inicialmente, para apurar exclusivamente o envolvimento de policiais militares na prática de crimes de extermínio a assaltantes das farmácias Pague Menos de Fortaleza.
O aditamento aprovado em plenário ampliou os trabalhos da CPI para apurar os seguintes fatos determinados: 1) Assassinatos cometidos contra mulheres na Região do Cariri; 2) Crimes praticados contra empresários da atividade lagosteira; 3) Atividade de grupos de extermínio nas ocupações irregulares de imóveis urbanos. A CPI recebe denúncias sobre esses crimes até o dia 15 de maio próximo.