Nenhum método é considerado 100% seguro
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Redação
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Nenhum método é, de fato, 100% seguro. Camisinhas podem estourar, pílulas falharem, a ovulação se antecipar e furar os cálculos da tabelinha, o DIU não estar devidamente colocado e, enfim, a gravidez acontecer. Porém, o método considerado ainda como o mais eficiente para evitar a gravidez, sendo inclusive o mais utilizado, é a pílula anticoncepcional.
Em busca de qualidade e inovação, atualmente há uma vasta opção de pílulas. Já estão sendo vendidas em larga escala modelos com média e baixa dosagem de hormônio que provocam menos efeitos colaterais - como os indesejáveis quilinhos a mais -, com a mesma eficácia das tradicionais pílulas que revolucionaram a vida sexual das mulheres desde a década de 60.
Também estão disponíveis as chamadas pílulas de mínima dose mais indicadas para mulheres próximas da menopausa e adolescentes. Estas agora esperam apenas dois anos após a primeira menstruação, ao invés de quatro, para começar a usar a pílula. As mais baratas e populares ainda são as de média dosagem, na faixa dos R$ 2,00 e R$ 3,00.
Agora, uma das novidades é a mini-pílula, indicada para mulheres em fase de amamentação. Ela não inibe a formação de leite. E, se mesmo assim, persistirem sintomas como tontura, enxaqueca, labirintite, o ginecologista José Eleutério Júnior indica a busca de outros contraceptivos.
Afinal, há mais de 19 métodos anticoncepcionais, entre comportamentais (tabelinha, temperatura, muco ou billing, coito interrompido), de barreira (camisinhas masculina e feminina e diafragma), hormonais (pílula oral, injeção de dose mensal ou trimestral, implantes, adesivos, pílula vaginal), químicos (DIU, pomadas e geléias espermicidas) e cirúrgicos (laqueadura na mulher e vasectomia no homem).
Todos eles inspiram cuidados médicos. Afinal, é o especialista quem avalia junto com a mulher o melhor tipo de anticoncepcional conforme o histórico clínico de cada uma, considerando se é fumante, hipertensa, entre outras características.
Todos os métodos requerem acompanhamento profissional para verificar a adaptação ao método. “Um alerta importante é que ninguém deve indicar o seu método para uma amiga ou conhecida. Cada pessoa tem um perfil diferente a ser analisado e uma reação específica”, orienta o médico José Eleutério.
Em busca de qualidade e inovação, atualmente há uma vasta opção de pílulas. Já estão sendo vendidas em larga escala modelos com média e baixa dosagem de hormônio que provocam menos efeitos colaterais - como os indesejáveis quilinhos a mais -, com a mesma eficácia das tradicionais pílulas que revolucionaram a vida sexual das mulheres desde a década de 60.
Também estão disponíveis as chamadas pílulas de mínima dose mais indicadas para mulheres próximas da menopausa e adolescentes. Estas agora esperam apenas dois anos após a primeira menstruação, ao invés de quatro, para começar a usar a pílula. As mais baratas e populares ainda são as de média dosagem, na faixa dos R$ 2,00 e R$ 3,00.
Agora, uma das novidades é a mini-pílula, indicada para mulheres em fase de amamentação. Ela não inibe a formação de leite. E, se mesmo assim, persistirem sintomas como tontura, enxaqueca, labirintite, o ginecologista José Eleutério Júnior indica a busca de outros contraceptivos.
Afinal, há mais de 19 métodos anticoncepcionais, entre comportamentais (tabelinha, temperatura, muco ou billing, coito interrompido), de barreira (camisinhas masculina e feminina e diafragma), hormonais (pílula oral, injeção de dose mensal ou trimestral, implantes, adesivos, pílula vaginal), químicos (DIU, pomadas e geléias espermicidas) e cirúrgicos (laqueadura na mulher e vasectomia no homem).
Todos eles inspiram cuidados médicos. Afinal, é o especialista quem avalia junto com a mulher o melhor tipo de anticoncepcional conforme o histórico clínico de cada uma, considerando se é fumante, hipertensa, entre outras características.
Todos os métodos requerem acompanhamento profissional para verificar a adaptação ao método. “Um alerta importante é que ninguém deve indicar o seu método para uma amiga ou conhecida. Cada pessoa tem um perfil diferente a ser analisado e uma reação específica”, orienta o médico José Eleutério.