Deputado nega ter interesse na vaga
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Redação
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O deputado Gomes Farias (PSDC) foi à tribuna da Assembléia, na manhã de ontem, para afirmar que não é algoz dos deputados José Guimarães (PT) e Íris Tavares (PT), como também não quer a vaga de Ronaldo Martins (PMDB) no Conselho de Ética Parlamentar. Farias é autor do requerimento que pede a revisão da distribuição de vagas no Conselho e nas Comissões Técnicas. ´Não sou ventríloquo do Governo do Estado, embora seja apoiador. Quero apenas que seja cumprido o Regimento Interno desta Casa´, assegurou.
Farias defendeu a necessidade de uma revisão nas composições do Conselho e das Comissões tendo em vista as mudanças de partido ocorridas no âmbito da Assembléia. Invocando o artigo 39 do Regimento Interno, o parlamentar quer preservar a distribuição proporcional das vagas. Ronaldo foi indicado pelo PL, mas hoje está no PMDB, que já conta com a representação do deputado Manoel de Castro. A vaga deve ser sorteada entre PDT, PCdoB, PL, PSL, PFL e PSDC.
O deputado Carlomano Marques (PMDB) quis saber o porquê de Farias não ter feito este pedido há cerca de dois meses, quando Ronaldo deixou o PL. ´Por que só num momento de efervescência este questionamento foi levantado? A quem atende?´, indagou o deputado, ao afirmar que o artigo 47 do regimento seria mais apropriado para fundamentar o requerimento. ele também quis saber o motivo pelo qual Farias marcou posição oficial antes de discutir o assunto com os demais partidos.
O peemedebista disse que sua maior preocupação é a de que uma mudança no Conselho de Ética pode comprometer a isenção dos processos que podem ser abertos contra Guimarães e Íris. ´Não se pode mudar o juiz no meio de uma partida de futebol. Já existem dois processos em andamento, este é o meu incômodo. Na hora em que argüi a presença de Ronaldo, está viciando o processo´, sustentou ele, ao destacar que em nenhum momento quis acusar o parlamentar de estar patrocinando uma manobra política.
ISENÇÃO - O deputado Ronaldo Martins declarou que pauta sua atuação no Conselho de Ética pela isenção, já que é um órgão disciplinar que exige de seus componentes uma atuação de magistrado. ´O que causa estranheza é que ainda não coloquei nenhuma opinião nos casos que envolvem Íris ou Guimarães. O Conselho ainda vai analisar para não cometer injustiças´, ressaltou. Ao afirmar que qualquer deputado está sujeito a ´parar´ no Conselho de Ética, ele completou: ´queria registrar a minha independência de analisar os fatos e votar de acordo com minha consciência´.
O deputado Heitor Férrer indagou sobre a possibilidade de haver ´jogos mais profundos´ interessados na saída de Ronaldo do Conselho.
Farias defendeu a necessidade de uma revisão nas composições do Conselho e das Comissões tendo em vista as mudanças de partido ocorridas no âmbito da Assembléia. Invocando o artigo 39 do Regimento Interno, o parlamentar quer preservar a distribuição proporcional das vagas. Ronaldo foi indicado pelo PL, mas hoje está no PMDB, que já conta com a representação do deputado Manoel de Castro. A vaga deve ser sorteada entre PDT, PCdoB, PL, PSL, PFL e PSDC.
O deputado Carlomano Marques (PMDB) quis saber o porquê de Farias não ter feito este pedido há cerca de dois meses, quando Ronaldo deixou o PL. ´Por que só num momento de efervescência este questionamento foi levantado? A quem atende?´, indagou o deputado, ao afirmar que o artigo 47 do regimento seria mais apropriado para fundamentar o requerimento. ele também quis saber o motivo pelo qual Farias marcou posição oficial antes de discutir o assunto com os demais partidos.
O peemedebista disse que sua maior preocupação é a de que uma mudança no Conselho de Ética pode comprometer a isenção dos processos que podem ser abertos contra Guimarães e Íris. ´Não se pode mudar o juiz no meio de uma partida de futebol. Já existem dois processos em andamento, este é o meu incômodo. Na hora em que argüi a presença de Ronaldo, está viciando o processo´, sustentou ele, ao destacar que em nenhum momento quis acusar o parlamentar de estar patrocinando uma manobra política.
ISENÇÃO - O deputado Ronaldo Martins declarou que pauta sua atuação no Conselho de Ética pela isenção, já que é um órgão disciplinar que exige de seus componentes uma atuação de magistrado. ´O que causa estranheza é que ainda não coloquei nenhuma opinião nos casos que envolvem Íris ou Guimarães. O Conselho ainda vai analisar para não cometer injustiças´, ressaltou. Ao afirmar que qualquer deputado está sujeito a ´parar´ no Conselho de Ética, ele completou: ´queria registrar a minha independência de analisar os fatos e votar de acordo com minha consciência´.
O deputado Heitor Férrer indagou sobre a possibilidade de haver ´jogos mais profundos´ interessados na saída de Ronaldo do Conselho.