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Reajuste no valor dos remédios pode chegar a 3,81% a partir de abril

Média da alta entre os três níveis estabelecidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos é a menor em 20 anos.

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 10:57)
Uma mão segura uma cápsula azul e branca próxima a um organizador semanal de medicamentos, cercado por várias cartelas de comprimidos coloridos em tons de amarelo e marrom. A cena destaca a organização da rotina de saúde com foco em cores vibrantes e iluminação suave sobre os blisters.
Legenda: Aumento não terá impacto imediato no bolso do consumidor.
Foto: Fabiane de Paula / SVM.

A partir desta terça-feira (31), os preços dos medicamentos no Brasil podem subir em até 3,81%, teto máximo do reajuste autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que define os limites de preços no País.

Há três níveis distintos de aumento, que variam conforme as categorias de cada produto definidas pela CMED. O valor de 3,81% se refere ao nível 1, para medicamentos com maior concorrência.

A média da alta entre os três níveis é de 2,47%, a menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses.

Conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o aumento nos preços não é automático, uma vez que fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores aos estabelecidos pela CMED ou até manter os preços.

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As porcentagens máximas dos reajustes para os três níveis estabelecidos são as seguintes:

  • Nível 1: reajuste de até 3,81% - inclui medicamentos de alta concorrência, como para hipertensão e colesterol;
  • Nível 2: reajuste de até 2,47% - inclui medicamentos com poucas opções de marcas, como para tratamento de diabetes e alguns antidepressivos;
  • Nível 3: reajuste de até 1,13% - inclui medicamentos mais complexos e com pouca concorrência, como insulinas de ação prolongada

O reajuste dos preços dos medicamentos no País foi publicado em resolução do Governo Federal no Diário Oficial da União.

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