Cobra naja resgatada de esquema de tráfico de animais é batizada de 'Nadja' e vive em museu de SP

Nadja está no Butantan desde 2020, após picar o estudante Pedro Henrique Krambeck, um dos réus no caso

cobra nadja
Legenda: A serpente vive no Museu Biológico do Butantan
Foto: Reprodução

A cobra naja resgatada após picar um estudante de veterinária em Brasília em 2020, o que mais tarde levou à descoberta de esquema de tráfico de animais, foi batizada de Nadja e hoje vive no Instituto Butantan, em São Paulo. Ela é acompanhada de perto por equipes que lavam, trocam a água e higienizam o local que ela está. 

Segundo o diretor do Museu Biológico do Butantan, Giuseppe Puorto, a serpente está se acalmando, mas tem um comportamento imprevisível. "Às vezes, nós passamos por aqui, ela está quieta, depois ela levanta, dá susto na gente", conta. As informações foram publicadas pelo g1 nesta quinta-feira (27). 

Relembre o caso 

Nadja está no Butantan desde 2020, após picar o estudante Pedro Henrique Krambeck, um dos réus no caso do tráfico de animais. Quatro pessoas respondem na Justiça pelo crime, mas o caso ainda não foi julgado.

Neste mês, o judiciário iniciou o compartilhamento de provas com Justiça Militar para apurar a conduta de dois policiais militares (PMs) envolvidos. A investigação busca saber de Clóvis Eduardo Condi, padrasto de Pedro, e Joaquim Elias da Costa Paulino, ex-comandante da PM Ambiental, cometeram prevaricação. 

O g1 não conseguiu contato com a defesa dos investigados nesta quinta. 

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