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Padaria MonteCarlo encerra atividades em Fortaleza após quase 30 anos

O espaço foi vendido e passará por reformas.

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
foto da fachada da padaria Monte Carlo, na Avenida Senador Virgílio Távora, no bairro Meireles, em Fortaleza.
Legenda: Espaço funcionou durante 30 anos no Meireles.
Foto: Reprodução/Google Street.

A MonteCarlo, padaria tradicional localizada no bairro Meireles, em Fortaleza, anunciou o encerramento das atividades nesta segunda-feira (4), após quase 30 anos de funcionamento na Avenida Senador Virgílio Távora. 

Conforme o comunicado, o espaço foi vendido e passará por reformas para "receber novos projetos".

"Por esse motivo, concluímos este ciclo com serenidade, gratidão e muito orgulho da trajetória construída ao longo dessas décadas. Tivemos o privilégio de fazer parte da rotina, das celebrações e dos encontros de tantas famílias. Mais do que uma padaria, a MonteCarlo se tornou um lugar de memórias, conexões e carinho compartilhado", diz o trecho da publicação.

Entre os serviços oferecidos pela padaria, destacavam-se os de pâtisserie, confeitaria, pães, sushi, frios e sopas. A gestão do estabelecimento agradeceu a preferência dos clientes durante os anos de funcionamento e desejou que seja apenas um "até breve".

"Agradecemos profundamente a cada colaborador, cliente, parceiro e amigo que caminhou conosco e ajudou a construir essa história. Cada gesto de confiança e cada momento vivido fizeram tudo valer a pena. Nos despedimos com o coração grato e com o desejo sincero de que seja apenas um 'até breve'. Obrigado por fazer parte da nossa história", conclui o texto da publicação.

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Setor de sushis interditado por irregularidades sanitárias

No início do último mês de abril, o setor de sushis da padaria MonteCarlo foi interditado pelo Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), do Ministério Público do Ceará (MPCE), por irregularidades sanitárias na manipulação e comercialização do produto.

Entre as infrações identificadas pelo Decon à época, estavam temperatura de exposição dos alimentos em faixa considerada crítica e inexistência de sala exclusiva para a manipulação e montagem das peças de sushi.

"Entre esses, a temperatura é o principal fator de controle físico na conservação de alimentos, seja por refrigeração, congelamento ou cocção. Ou seja, é o método mais comum para prevenir o crescimento de causadores de infecções em alimentos", dimensionou o Decon-CE.

Também foi constatado no estabelecimento o descumprimento de outras exigências sanitárias, como o comprovante de capacitação dos manipuladores de sushi em temas como higiene pessoal, manipulação dos alimentos e doenças transmitidas por alimentos.

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