Promotor de vendas é morto a tiros, e criança e avó são baleadas no Bom Jardim, em Fortaleza

As vítimas estavam na calçada de casa quando quatro homens em três motos chegaram na rua efetuando disparos de arma de fogo de forma aleatória

Escrito por Itallo Rocha e Rafaela Duarte, seguranca@svm.com.br

Segurança
Fachada do Hospital Nossa Senhora da Conceição, no bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza
Legenda: O promotor de vendas foi para o Hospital Nossa Senhora da Conceição, no bairro Conjunto Ceará. Antes de chegar à unidade de saúde, no entanto, ele faleceu
Foto: Rafaela Duarte

Um promotor de vendas de 30 anos foi morto a tiros, e um menino de sete anos e a avó da criança foram baleados, na noite desta terça-feira (5), no bairro Bom Jardim, em Fortaleza. 

De acordo com a família, as vítimas estavam na calçada de casa quando quatro homens em três motos chegaram na rua efetuando disparos de arma de fogo de forma aleatória.

A criança estava brincando quando foi atingida no braço e com outro tiro de raspão. A avó do menino, que estava costurando do lado de fora da residência, foi alvejada duas vezes nas costas.

Também na ocasião, o promotor de vendas, que era primo da mulher, foi lesionado na nuca e no braço. Logo após o crime, os três foram levados a unidades de saúde por meios próprios, com ajuda de vizinhos.

Socorro às vítimas

Avó e neto foram encaminhados para o Hospital Distrital Maria José Barroso de Oliveira, o Frotinha de Parangaba.

Já o promotor de vendas foi levado para o Hospital Nossa Senhora da Conceição, no bairro Conjunto Ceará, mas faleceu antes de chegar ao local. 

O estado de saúde da mulher não foi divulgado pelos familiares. A criança foi transferida para o Instituto Dr. José Frota (IJF), no bairro Centro, para retirada da bala que ficou alojada no corpo.

À reportagem, parentes das vítimas relataram que não entendem a motivação da ação criminosa, já que nenhum deles tinha antecedentes criminais.

Buscas

Policiais militares realizaram buscas para identificar e localizar os criminosos, mas até a publicação desta matéria ninguém havia sido preso ou apreendido.

A Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Civil investiga o caso, apurado pela 2ª Delegacia do Departamento de Homicídios. As diligências continuam.