Ex-jogador Robinho é preso em Santos pela Polícia Federal

Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pelo cumprimento da sentença italiana no Brasil

Legenda: Robinho foi condenado pelo crime de estupro, cometido quando o brasileiro atuava como jogador do Milan, da Itália
Foto: Olivier MORIN / AFP

O ex-jogador Robinho foi preso pela Polícia Federal, na noite desta quinta-feira (21), no prédio em que mora no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo. 

Ele foi detido após a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir que ele cumpra a pena de 9 anos pelo crime de estupro coletivo, a partir de condenação da justiça Italiana. A informação é o G1.

Habeas corpus indeferido 

Horas antes do ex-jogador ser preso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux indeferiu o habeas corpus da defesa de Robinho e manteve a decretação de sua prisão pela condenação por estupro na Itália. Os advogados acionaram o Supremo para que Robinho aguardasse todos os recursos em liberdade.

Mandado de prisão

O mandado de prisão para Robinho foi expedido pela Justiça Federal de Santos (SP) nesta quinta-feira (21). O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia assinado documento determinando que a Justiça Federal em Santos cumprisse a prisão de Robinho.

O documento com o mandado de prisão foi então expedido pela Justiça Federal de Santos (SP) e assinado pelo juiz Mateus Castelo Branco Firmino da Silva, conforme informações divulgadas pelos jornalistas Lucas Magalhães e Leonardo Lourenço, do ge.

Robinho
Legenda: Robinho foi condenado pela Justiça italiana pelo crime de estupro coletivo
Foto: MacNicol / AFP

Na última quarta-feira (20), nove dos 11 magistrados do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votaram a favor de que o atleta cumpra em solo brasileiro a sua condenação pelo crime cometido contra uma jovem em 2013.

O ex-jogador da Seleção Brasileira e do Real Madrid foi condenado na Itália, em 2017, pelo estupro coletivo de uma jovem albanesa que comemorava seu 23º aniversário em uma boate, em Milão (ITA). A sentença foi ratificada em 2022.

 

 


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