Virgínia Fonseca e Zé Felipe são investigados pela PF por movimentação de R$ 22,4 mi

Em 2024, empresa gerenciada pelo ex-casal recebeu o valor em 44 transações via PIX e 18 por TED.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
04 de Junho de 2026 - 08:27
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Legenda: A influenciadora Virgínia e o ex-marido Zé Felipe são investigados pela Polícia Federal.
Foto: Reprodução/Instagram.

A influenciadora Virgínia Fonseca e o ex-marido dela e cantor Zé Felipe são alvo de investigação da Polícia Federal após instituições financeiras informarem movimentações suspeitas ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). 

As transações envolvem a Talismã Digital, empresa de mídias digitais em que os dois eram sócios até 2025, quando anunciaram o término – o divórcio saiu em tempo recorde, pouco mais de um mês. As informações são do jornal Extra. 

São investigadas transações suspeitas realizadas entre março e setembro de 2024. A Talismã Digital, que hoje pertence apenas a Virgínia, recebeu um total de R$ 22,4 milhões nesse período. 

O que chamou atenção, e fez com que o Banco Santander fizesse a comunicação ao COAF, foi a forma de transferência desse valor.

Do total, R$ 21,4 milhões foram enviados em 44 transações via PIX, enquanto R$ 1 milhão foi transferido em 18 transações via TED. 

Empresa pequena fez as transferências

Outro elemento também colocou a Polícia Federal em alerta durante a investigação. A empresa que realizou a transferência da maior parte do dinheiro investigado foi a AMP Pay Marketing e Negócios. 

Do total de R$ 22,8 milhões, essa empresa fez a transferência de R$ 17,7 mi. 

O problema é que a AMP Pay Marketing e Negócios está registrada no Simples Nacional. 

Isso significa que ela deveria faturar, no máximo, R$ 4,8 milhões por ano – menos de um terço do valor que a empresa transferiu para a empresa de Virgínia. 

Atualmente, a empresa funciona em um box alugado na cidade de Itajaí, no interior de Santa Catarina. 

Resposta de Virgínia

A assessoria jurídica de Virgínia respondeu aos questionamentos sobre a investigação em andamento na Polícia Federal, primeiro publicada em reportagem da revista Piauí. 

Segundo a nota, os recursos recebidos são de “campanhas publicitárias devidamente contratadas”. Ainda segundo os advogados, os valores foram declarados inclusive com nota fiscal. 

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